Resenha de filme: O Estrangeiro

Jackie Chan volta às telas como o dono de um restaurantes chinês que sai em busca de vingança pela morte da filha após um ataque terrorista.


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Quando vi o primeiro trailer do novo filme de Jackie Chan (“O Estrangeiro”, que é baseado em um romance de 1992 e não no clássico de Albert Camus) decidi que pela primeira vez na vida eu veria um filme dele no cinema. Esperei até o dia 30 de novembro, data da estreia do filme no Brasil, porque queria ver na telona como um ator cuja imagem ficou marcada pelas atuações cômicas e as cenas de luta absurdas e impossíveis se sairia fazendo um papel que eu esperaria ver sendo desempenhado por Liam Neeson.

Eis o trailer.

Acontece que o filme, ao que tudo indica, não vai passar na cidade onde moro! Pelo menos não nos cinemas que frequento. E aí fiquei numa posição muito difícil de ter que recorrer a meios alternativos para poder assistir à película de meu interesse (no caso, uma viagem até um outro lugar onde o filme estivesse passando, porque pirataria é crime, dizem os estúdios que privam os espectadores de assistir aos filmes que desejam pagando o ingresso que o cinema cobra).

O mote inicial do filme é a morte da filha única de um velhinho, dono de um restaurante chinês em Londres, numa explosão causada por um grupo terrorista irlandês. O personagem de Chan tem 61 anos de idade, mas ele força a expressão corporal para parecer que tem 90. A partir daí ele vai em busca dos nomes dos responsáveis pelo ataque para poder vingar a morte da garota. O canastrão Pierce Brosnan faz o papel de um importante político irlandês que tem em seu passado o pertencimento por longos anos a um grupo extremista, e é justamente ele a segunda pessoa a quem o chinês recorre para obter os nomes de quem ele quer matar.

Depois que a história se desenrola, e descobrimos que as pessoas reclamam mas não resistem a um spoiler, fica a sensação de que não perdi nada ao ser privado de ver este filme no cinema.

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Resenha de filme: O Estrangeiro

Janio Sarmento
Administrador de sistemas, humanista, progressista, apreciador de computadores e bugigangas eletrônicas, acredita que os blogs nunca morrerão, por mais que as redes sociais pareçam cada vez mais sedutoras para as grandes massas.

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