Morte por Microondas


What Matters.....

Nem tudo são flores…
Imagem do Flickr

Às vezes eu esqueço por que assinei determinados fides que estão no meu Google Reader. Hoje lembrei por que eu assino o Caso de Polícia ao ler a crônica Da Turma do Microondas.

Talvez eu viva em alguma sorte de “bolha”, sei lá. Ou talvez eu assista CSI e Law & Order em excesso, e ache que os criminosos não são tão FDPs quanto eles realmente são.

O trecho da crônica que mais me impressionou foi o seguinte.

Os traficantes do Rio, como todos sabem, mantêm um tribunal informal, no qual julgam seus desafetos, e uma das penas (a mais comum) é a morte no microondas. Pega-se o infeliz devidamente amarrado, e o enfia em um buraco, normalmente uma pequena caverna de pedra nas encostas dos morros, joga-se combustível e taca fogo. Uma morte agonizante destinada aos traficantes rivais ou policiais eventualmente seqüestrados durante assaltos.

Puxa, vida! E ainda tem gente dizendo que algo de estranho acontece!

Exceto pela erradicação da peste negra e pelo advento do Google, as diferenças entre o Século XXI e a Idade Média até nem são tão grandes assim.

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Morte por Microondas

Janio Sarmento
Administrador de sistemas, humanista, progressista, apreciador de computadores e bugigangas eletrônicas, acredita que os blogs nunca morrerão, por mais que as redes sociais pareçam cada vez mais sedutoras para as grandes massas.

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