Aderi ao Twitter


Pronto. Se o que faltava era eu aderir ao Twitter, não falta mais. Depois de muitas pessoas sugerirem, convidarem e perguntarem “como assim, não entende a graça?”, com a ajuda da Nosphie, eu também estou por lá: http://twitter.com/janiosarmento.

A graça e a desgraça do Twitter residem na mesma característica: uma multidão de pessoas produzindo conteúdo e consumindo-o instantaneamente. A idéia de dizer a cada minuto “entrei no banheiro”, “sentei (que porcelana gelada!)”, “já chamei minha mãe” é um erro a que considero ter sido induzido devido à maneira como toda a comunicação em torno da ferramenta se faz.

Em uma tarde de Twitter — e uma tarde extremamente conturbada, mal deu para ficar ao computador — seguindo um pingo de gente, fui premiado com muito conteúdo interessante, de gente inteligente, que compensaram de longe a “decepção” com as futilidades (do tipo “adoro café com pão”).

Neste exato momento estou seguindo 200 pessoas no Twitter, e sendo seguido por 32 destas. É um volume extremamente alto de informação, e sei que será impossível administrar tudo isso e mais a imensa quantidade de fides que assino. A solução para aquele excesso é bem simples, igual à para este: tenho um teto máximo de pessoas que vou seguir (100 no Twitter — os fides são 250), e nos próximos dias não pretendo ir descartando pessoas que não produzam conteúdo de meu agrado. Para entrar um novo nome na minha lista de seguidos, um de menor relevância terá de sair.

Ou não! Também posso simplesmente ignorar os avisos do Twitterfox, e tocar a vida em frente.

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Janio Sarmento
Administrador de sistemas, humanista, progressista, apreciador de computadores e bugigangas eletrônicas, acredita que os blogs nunca morrerão, por mais que as redes sociais pareçam cada vez mais sedutoras para as grandes massas.

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