#365Posts – Atrasado pra caramba

O #365Posts está com 90 dias de atraso. O que isso significa? Quase nada, mas resolvi escrever a respeito mesmo assim.


rabbitFaltam três semanas para o ano acabar, e o #365Posts está atrasado para caramba. São uns três meses de atraso, mais ou menos 90 posts que eu deveria escrever em 24 dias, o que dá quase quatro posts por dia. Impossível de cumprir, mesmo que eu use todo o meu estoque de fotos de gatinhos fofinhos.

Aí vem a pergunta que não quer calar: e o que é que eu vou fazer com esse atraso?

Resposta curta: vou ignorar, e em 2014 vou continuar escrevendo sob a etiqueta #365Posts, até completar o objetivo inicial.

Mas você não está aqui em busca de uma resposta curta, está?

Antes de mais nada, cabe dizer que o #365 já esteve até adiantado. No início do ano cheguei a ter umas duas dúzias de posts agendados. Porém, chegou um momento mais ali pelo meio do ano em que eu simplesmente não consegui mais escrever, não tinha tempo, não tinha energia, não tinha vontade.

Cheguei a cogitar de abortar o projeto, mas o e o , numa mesa de bar, num papo daqueles de que tenho saudades, me convenceram com um “foda-se que está atrasado, continua escrevendo, cara…” (na verdade foi “continua escrevendo, caralho”, mas não pode usar palavrão em página que tem propaganda do Google).

E aí ali, naquele momento, eu tive uma epifania: o #365 não é assim tão importante para merecer que eu me preocupe caso não possa escrever de vez em quando, mas também não é tão sem importância a ponto de merecer ser assassinado porque de vez em quando eu não consigo escrever.

Qual a importância disso para o leitor? Nenhuma, eu acho.

Mas caso outros blogueiros estejam lendo isso, é possível que queiram saber como eu lido com esse tipo de questão. Pelo menos, eu sei que tenho essa curiosidade quanto aos outros blogueiros que conheço.

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#365Posts – Atrasado pra caramba

Janio Sarmento
Administrador de sistemas, humanista, progressista, apreciador de computadores e bugigangas eletrônicas, acredita que os blogs nunca morrerão, por mais que as redes sociais pareçam cada vez mais sedutoras para as grandes massas.

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