8 Comentários em “Viva a Liberdade e a Diversidade!”

  1. cardoso

    Os Detentores da Verdade costumam agir assim.

    Eu acho que deveria ter alguma Lei permitindo dar uma traulitada no sujeito, numa situação dessas. Pois como argumentação não adianta, só fazendo a razão entrar na cabeça deles pela fratura exposta.

    Será que é TÃO difícil assim cuidar da própria vida?

  2. Moisés Fontana

    Bah Janio, você colocou em palavras tudo o que penso. Não raramente vivencio situações assim, não relacionadas a gostos sexuais ou religiosos, mas, políticos. Possuo alguns colegas de trabalho que se acham donos da verdade quando o assunto é política, hehehehe.

    É realmente lamentável que pessoas se comportem dessa forma e ainda possuem a mediocridade de se auto-proclamarem “pessoas cultas”.

    É o fim!

    Gostei do comentário do cardoso e concordo que deveria existir uma lei que premitisse a “traulitada”.

  3. Preconceito é o oposto do Sucesso

    [...] Lendo um artigo de um amigo meu, achei muito interessante as posições que ele toma: Viva a Liberdade e a Diversidade! [...]

  4. Fabio Brito [PsychoPenguin]

    Janio, inicialmente, parabéns pelo post. Muito bom mesmo.

    Infelizmente a diversidade não é respeitada. Já aconteceram casos comigo em que me olharam torto por ser gordo, e inclusive acredito que já devo ter sido cortado de seleções de emprego. A propósito tu tava entrevistando alguém pra uma vaga de Unix? :P

    Mas voltando ao assunto: se você não se encaixa no template branco-cristão-fundamentalista-heterossexual-de-porte-atlético você acaba virando alvo de gracejos e agressões gratuitas. E o que é pior, muita gente, mesmo sendo vítima e que deveria respeitar os outros, pois sabe como é sentir discriminado, tenta de alguma forma se adequar aos padrões, como por exemplo me aconteceu ontem.

    O analista de SAP, tão gordo quanto eu, que está trabalhando comigo num projeto, comentou algo mais ou menos assim:

    “Viu que coisa bizarra aconteceu em São Paulo nesse domingo? Aquela viadagem da parada gay. Devia morrer todo mundo.”

    Apesar de eu não gostar desse lance de “carnaval”, não tenho nada contra homossexuais, inclusive tenho amigos e pessoas próximas na família que são gays, e não os excluo de minha convivência por isso. Foi mais ou menos o que eu disse ao cara do SAP, que na mesma hora tentou escapar pela tangente:

    “Também não tenho nada contra não. Só não quero perto de mim…”

    O ser humano é realmente muito estranho…

    Em tempo, minha esposa publicou recentemente alguns posts cujo conteúdo é bastante pertinente a essa discussão. O primeiro deles pode ser lido em: http://naselva.com/jana/2007/06/01/peco-desculpa-aos-preconceituosos-mas-respeito-e-fundamental/

    Abraços!

  5. Rafael Slonik

    Mas que é divertido discutir com pessoas de igreja, é. =DDDDDDDDDDDDDD

  6. Janaína Calaça

    Janio, me identifiquei demais com teu post no sentido de você não ter assumido um discurso panfletário, que acaba se perdendo ou perdendo a medida. Acho que a Parada Gay, por exemplo, é um evento importante, mas acredito que ela tenha pouco alcance no sentido de fazer com que os homofóbicos mudem suas perspectivas. O evento é importante porque lembra às pessoas que existe uma parcela da população que precisa de espaço e de respeito. Apesar de muitos simplesmente fingirem que esta fatia da população não existe, o dia da Parada é exatamente o dia do lembrete de que sim eles existem e de que são cidadãos comuns, com os mesmos direitos e deveres que um cidadão heteressexual.

    Há uma semana venho tocando em pontos como intolerância e preconceito, porque é algo que cada vez mais está ferindo os direitos humanos. Tudo que é considerado desvio daquilo que é alçado como padrão está sendo negado, rechaçado, sufocado. As diferenças estão sendo apagadas em nome de um ideal de homogeneização. A bola da vez é massificar e cada vez mais as pessoas, aquelas que não conseguem suportar a pressão externa, acaba tentando se ajustar e acabam renunciando à sua subjetividade. O mais desolador é saber que somos frutos de uma história de apagamentos, de imposição cultural, que não só envolvia a língua como também uma série de símbolos culturais, que foram violentamente introjetados no imaginário dos povos conquistados. A colonização continua, mas a busca agora é pela conquista de territórios na subjetividade.

    Abraços,

    Janaína.

  7. Lu

    Por essas e outras não tenho mais paciência para nenhuma instituição religiosa. Não suporto definições de “pecado” ou de “certo/errado” ditadas por gente medíocre que se acha a voz de Deus na Terra. Claro que há exceções e líderes religiosos de boa cabeça, mas a regra é, infelizmente, a ignorância.

  8. Roberto

    Olá Jânio.
    Embora eu seja, por assim dizer, evangélico, creio que me enquandro nesse seu último paragráfo, não só eu, mas alguns irmãos de uma visão chamada de “caminho da Graça”.
    Caso tenha curiosidade para saber do que falo, dê uma lida no site do escritor Caio Fábio:
    http://www.caiofabio.com

    Espero que lhe seja útil. :D
    Abraços.

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