03 Jun 2005
Vacinas: remédio ou veneno?

Telefone Ibratele Solid c/ Chave Grafite

Refrigerador Electrolux RDE30 Bege

Quem anda um pouco mais antenado nas doideiras do mundo certamente já ouviu falar das teorias que dão contra as vacinas e outras formas modernas de prevenção de doenças, como a adição de flúor à água encanada.
Com relação ao flúor, os partidários da teoria de que ele é um veneno que causa mais danos que benefícios se baseiam em várias informações - que não tenho competência de verificar por mim mesmo - para tentar criar credibilidade para a idéia. Por exemplo, chegam a dizer que o flúor era usado como arma química nos campos de concentração nazistas.
Basicamente, o flúor funcionaria como uma espécie de sedativo, tornando mais fácil a manipulação das multidões humilhadas e famintas. Não vou transcrever todo o artigo aqui, mas fica o link para quem quiser ler mais sobre esse assunto. No mesmo site será possível encontrar o artigo em que é dito que a longo prazo o flúor causa danos genéticos no ser humano, vindo a modificar diretamente o DNA da espécia
Da mesma forma, há quem, concordando ou não com quem condena o flúor, afirme que cientistas não sabem como vacinas funcionam. Mais notadamente alegam que o funcionamento da Hepatite B é totalmente desconhecido, e que não tem nada a ver com a teoria comumente aceita de que vacinas funcionam baseadas na produção de anticorpos, após a inoculação do vírus (ou qualquer outro agente) causador da doença no organismo.
Dizem que se as atuais teorias estivessem corretas já existiria uma vacina para prevenção da Aids, e que o tratamento com retrovirais ao invés de beneficiar acaba piorando o estado de saúde do paciente.
Recentemente li um estudo sobre por que os Amish não têm crianças autistas, que parece vir ao encontro dessa teoria.
Os Amish são cristãos absurdamente conservadores que se recusam até mesmo a usar energia elétrica e automóveis, e vivem em comunidades rurais da mesma maneira como os antepassados de mais de um século atrás. Para mais detalhes sobre eles, comece por aqui.
Enfim, resumindo, o autor do artigo supõe que devido ao fato de os Amish viverem isolados, não expostos às centenas de anos de evoluções científicas e tecnológias, também teriam ficado isentos das manipulações genéticas a que somos diariamente submetidos.
Isso tudo só me faz crer cada vez mais que esse mundo foi feito (por quem quer que tenha sido) com um único objetivo: enlouquecer-nos.
Sem entrar no mérito de quem tem ou não razão nesse caso, intuo que do ponto de vista individual o verdadeiro mérito está em saber o que se quer da vida, conhecer as próprias crenças, e saber que elas são apenas crenças, mais ou menos úteis de acordo com cada momento. Conhecer a si mesmo em níveis mais e mais profundos, até encontrar a divindade da própria alma.
E esta é uma longa jornada, que implica admitir que tudo o que se vê no mundo é apenas o reflexo da gente mesmo. É necessário conhecer em detalhes cada esquema de manipulação, cada jogo de poder, cada mentira, cada sentimento, do mais vil ao mais nobre. É necessário mergulhar ao âmago da loucura (e da mentira, e da dor, e da cobiça, e da ganância, e de qualquer coisa) para poder sair realmente dela.
Não se fala em facilidade, mas de receber no decorrer do processo o maior prêmio possível, há dois mil anos já anunciado pelo Cristo: “conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”.
Textos possivelmente relacionados a este


eu tomei as 3 doses da vacina pra hepetite B que é intercalada em 6 meses cada dose… isso em 2004
Fudeu com meu figado… hj nem bebo mais cerveja por que tenho muita ressaca e tenho certeza que foi a vacina pois lembro que fiuquei cabrero e conhecidiu deu pesquizar a respeito e ver varias coizas sobre as vacinas…
não confio mais nelas…
[Reply]
Janio Sarmento reply on September 8th, 2008 11:57 pm:
@Thiago: aproveite que você não pode mais beber, e gaste o dinheiro da cerveja em livros para adquirir um pouco de cultura, pelo menos o mínimo para não escrever “conhecidiu”, “pesquizar” e “coizas”.
Só um conselho, tá?
[Reply]