Um filme absurdamente engraçado
Ontem eu escrevi um artigo inspirado por algo que eu lera no blog do Marco Gomes, e hoje vou ser obrigado a repetir o movimento: após ler Borat, um filme surpreendentemente hilário fui direto para meu… ahn… meu site fornecedor de lançamentos em filmes, e encomendei uma entrega expressa do referido. Conexão rápida, e em menos de uma hora a mídia recém-queimada estava no DVD com suporte a DivX, na minha nova sala com um sistema de som que ainda não é tudo aquilo, mas é o melhor que eu já tive.
O filme é tudo o que o Marco diz, e mais um pouco. Eu não conseguia parar de rir. Desde as cenas iniciais, quando ele apresenta a família e a casa, até o hino final do Cazaquistão, pouco antes dos créditos.
E não é simplesmente um daqueles filmes de piadas imbecis ou paródias — que também me divertem — mas sim uma obra com roteiro, inverossímil e absurdo, mas lógico e coerente (nem tanto, mas tenho certeza de que você entendeu). As piadas são bastante ricas, pois vão desde cenas absurdas (como a briga com o seu amigo, ou quando ele mostra as fotos do filho), até as mais sutis, como o fim que o amigo dá ao mascote da dupla.
Obrigado, Marco, pela sugestão. Você salvou meu domingo. Eu nunca ri tanto vendo um filme desde “Rat Race” (“Tá Todo Mundo Louco”).