Jun
16
2008
Por conta de iniciativas coletivas nas quais me encontro inserido, acabei vendo despertar-se em mim o interesse por artes marciais antigas, notadamente por samurais e seus meios de vida. No vaivém fui apresentado ao Hagakure (link para o Submarino), e por fim descobri uma coisa que me chamou bastante a atenção.
Observe a imagem abaixo.

Ela é o símbolo que eu esperava encontrar na capa do livro, pois acreditava ser ele o identificador único desta obra, que diferente de A Arte da Guerra, de Sun Tzu, não ensina generais a tomar decisões, e sim o Guerreiro a viver cada dia.
Porém, qual não foi minha surpresa ao descobrir que há muitas versões para a capa do livro!



É impressão minha, ou o símbolo da edição americana (que é o mesmo usado na capa da edição brasileira) é o mesmo usado para “ameaça biológica”? Onde foi que eu me perdi?
Dec
30
2007
O ano vindouro, até onde eu sei, será regido pelos Orixás Xangô e Oxalá.
Xangô é a divindade do fogo, do trovão e da justiça. É um Orixá temido e respeitado, por sua virilidade, violência e justiça, sempre castigando os ladrões e malfeitores. O principal símbolo representativo de Xangô é um machado de dois gumes.
Oxalá é um Orixá associado à criação do mundo e da espécie humana e se apresenta em duas formas: novo, chamado Oxaguiam; e velho, chamado Oxalufam. O símbolo do Oxalá novo é uma espada, o símbolo do Oxalá velho é uma espécie de cajado em metal, chamado ôpá xôrô. Oxalá simboliza a paz, pois ele é calmo, sereno, pacificador, é o criador.
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Jul
02
2006
Esta eu recebi por e-mail, do meu amigo Ricardo.
Como quase todas as coisas que se recebem por e-mail, não sei se é mesmo de autoria do Kledir Ramil, se foi mesmo publicada na ZH, não sei nada. Mas achei legal, e por isso estou compartilhando, apesar dos erros de concordância verbal — que me fazem crer que não são do Ramil, nem foram publicados na Zero Hora.
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