Sep
08
2008
O título deste é “emprestado” do encerramento de uma série de nove posts de autoria do Marcus (Grande Abóbora). Desde que ele escreveu o primeiro que eu venho ensaiando escrever algumas linhas acerca deste assunto, não como “resposta” ao Marcus mas sim como exercício de expressar livre e abertamente minhas próprias crenças e certezas.

North Conway, New Hampshire
Imagem via Wikipedia
De fato, não tem coisa que me torre mais o saco do que crentes ignorantes que acham que qualquer um que não pense com a cabeça de seu pastor vai para o “inferno” (como se este plano de existência, mergulhado no medo e suas derivações, não pudesse ser ele o próprio inferno), ou ateus imbecis que querem reduzir toda a existência a silogismos simplistas, tão simplistas quanto sua própria prepotência. Ambos os casos são muito bem ilustrados pelo Marcus no artigo Resposta a uma crente.
Aliás, peguemos o exemplo dos dois moços do vídeo que ilustra o artigo do Marcus. Eles tiram o maior sarro do cara que tolamente queria convencê-los de que Deus existe ao perguntar se ele acredita em unicórnios; ante a negativa perguntam por quê, e o sujeito diz que é porque unicórnios são fruto da imaginação das pessoas, invenções; e então os dois se regozijam e dizem “é isso aí”.
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Jun
13
2008
Recebi por e-mail uma apresentação em Power Point (não suporto PPSs) de uma leitora dos meus blogs. Pessoa séria, inteligente, conhecedora das coisas e coisas da vida. Não sei se é real ou não, mas tudo leva a crer que sim. Trata-se de um apanhado de fotos mostrando as lojas extremamente chiques que vendem sapatos de uma determinada grife, em contraponto às condições desumanas de trabalho a que os operários são submetidos. No texto que acompanhava o arquivo falavam em jornadas de 16h diárias, em troca de comida, sendo que ao terminar a jornada de trabalho os trabalhadores puxam colchões e dormem por ali mesmo, para no outro dia começarem bem cedo e sem perda de tempo a produzir novamente.
A seqüência de slides tem um tom meio “socialista” para meu gosto, embora eu não esteja desacreditando nem nas condições de trabalho que estão ali registradas em fotografia, nem na descrição das agruras que os trabalhadores passam. Porque o que eu quero é justamente contar duas historinhas de vida, que de certa forma têm a ver com essas fotos.
Antes de mais nada, a apresentação — que se deu tudo certo estará disponível no próximo parágrafo.
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May
24
2008

Flor da Banana
(para dar beleza a essa página)
Imagem do
Flickr
Acabei de ler o artigo Microsoft ataca cópias piratas de Windows Vista, que dá conta que a MS está implementando novos e mais rígidos dispositivos de segurança contra a pirataria de seu SO. Entrei na página para deixar um comentário, e fui surpreendido por um outro comentário de um sujeito ensinando a — justamente — burlar esta proteção.
O Anderson, autor do artigo, até apresenta uma opinião parecida com a minha, mas num determinado comentário um leitor dele publica o link para, justamente, destravar o Windows Vista.
Para encurtar para os preguiçosos: eu acho que a MS tem mais é de complicar o quanto queira a pirataria dos seus produtos. Quem quiser usar software comercial, que pague por ele. Se o preço é justo ou não, não cabe sequer discussão, pois antes de de mais nada a MS não manda uma equipe de esquilos ninjas instalarem Windows no computador de ninguém. Quem instala sistema operacional pirata sabe que está incorrendo em uma infração (hoje estou docinho, como diz minha amiga Lu Monte, e por isso o eufemismo). Além disso, alternativas existem: quem não quer ou não pode pagar para usar um sistema operacional, pode usar Linux (eu sou usuário do Ubuntu 8.04 e estou extremamente satisfeito).
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May
22
2008
A imagem não tem nada a ver com o texto,
mas é tão bacana que fiz questão de usar.
Imagem do Flickr
Meus amigos já me conhecem, e sabem que eu não atendo a campainha se não estiver esperando ninguém (moro num prédio antigo que não tem interfone), e por esta razão sempre me telefonam antes de aparecer na minha casa. Claro que as visitas são sempre desejadas e benvindas, mas não me façam surpresas porque eu, decididamente, não aprecio. Por concidência, minha única vizinha, amiga muito próxima minha, tem o mesmo procedimento.
Noite passada fui dormir muito tarde porque estava migrando contas da DreamHost para a PortoFácil, apesar da dor de cabeça e do mal-estar generalizado, e hoje acordei muito cedo. Foram no máximo quatro horas de sono, o que, qualquer um pode imaginar, implicou numa manhã azeda, de péssimo humor.
Eram aproximadamente 13h quando a campainha tocou. Não dei bola, como nunca faço. A campainha tocou novamente. E outra vez. E não parava de tocar.
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