Jun 26 2008
Ser paranóico custa caro
Comecemos esta estória, que somente eu saberei que se é baseada em fatos, identificando os personagens.
A nossa heroína é a Mulher Paranóia. Assim como a Clair Bennet de Heroes tem o poder de regenerar, curando qualquer ferida de seu corpo instantaneamente, nossa heroína tem o poder de estar sempre desconfiada; se um lampejo de tranqüilidade se faz presente na alma da Mulher Paranóia, imediatamente a inquietação e a desconfiança se regeneram, a ponto de deixá-la quase doida. Quase, é claro, porque o autocontrole intenso é outro de seus superpoderes. Como sói, nossa protagonista tem uma identidade secreta de cidadã comum, uma simples escriturária que trabalha de uniforme o dia inteiro em uma financeira, e discute com os colegas as implicações éticas de revender ou não produtos Herbalife.
Nossa heroína é casada com um também super-herói, cuja identidade secreta é de baterista numa banda de crente gospel. O que ninguém sabe é que ele é um super-herói esquizofrênico: ora ele encarna o Ultra Desmanchaprazer, ora ele encarna o Mega Tonto.

