Sep
06
2008
Ainda na semana que passou escrevi um artigo no Viamão Lotado acerca da mesmice dos blogs de tecnologia, especificamente por causa da tendência comum de todo mundo se pôr numa espécie de “obrigação” de escrever sobre o assunto da moda o mais rapidamente possível, o que torna tais blogs veículos de mera repetição, abrindo mão assim de todo o diferencial que a independência de um blogueiro pode proporcionar: opinião única, relato único de experiências individuais.
Como todo mundo sabe, eu sou usuário de Linux, e por esta razão eu teria de esperar até que a equipe de engenheiros do Google aprontasse e publicasse a versão para Linux do Chrome para poder experimentar o novo navegador. Se fizer igual fez com o Picasa e com o Google Earth, é certo que a Google vai empacotar bibliotecas do WINE com o programa, e ele vai funcionar feito um doce no Linux.
Ora, se é isso que eu imagino que os caras vão fazer, por que não tentar eu mesmo instalar o Chrome no WINE? E se eu tive essa idéia, por que não considerar que alguém mais capacitado que eu já tivesse tido a idéia, implementado e documentado para outros poderem se beneficiar do conhecimento?
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Jun
05
2008
OK, admito que exagerei. Mas se eu não fizesse assim, o título do texto não teria a menor graça, e logo não faria jus ao que eu tenho para contar a todos os trintões (ou mais, ou menos) que, como eu, tiveram excelentes momentos de diversão nos fliperamas e com os caríssimos consoles de videogame.
Na verdade estou fazendo quase um reblogging. Quase, porque vou fazer uma pequena correção ao texto do Caio: Emulador de Nintendo no firefox!
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Aug
15
2007
Atualização: troquei de computador e perdi a cópia que tinha desse script; infelizmente não adianta me pedir que não tenho de onde tirar, e não tenho o menor interesse em reescrevê-lo.
Como alguns leitores meus já sabem, eu de certa forma freqüento o chat do Terra. Sei que isso pode decepcionar muita gente, que acha que lá só tem miguxos, gente acéfala e mentirosos. Tem muito disso, mas também tem gente legal, eu mesmo comecei um relacionamento que durou quatro anos numa sala de bate-papo. Tem que saber separar o joio do trigo, isso sim. Nesse tempo usando o chat do Terra, que evoluiu bem pouco em nove ou dez anos (embora não tenha muito o que evoluir em termos de salas de bate-papo, a não ser entupir de frescuras em Flash ou Ajax), tenho identificado muitas coisas irritantes que os programadores Perl deles nunca mudariam. Na verdade, as poucas novidades ficam por conta dos captchas cada vez mais chatos (e inúteis, pois as salas vivem repletas de spam bots) e da diversidade de novas “carinhas” que podem ser enviadas para a conversa. Antigamente havia programas que eram clientes para conversar no chat do Terra, e de outros provedores, mas com minha migração para o Linux estes programas deixaram de ter utilidade para mim (havia um que fazia OCR do captcha, e abria as conversas particulares em uma janelinha individual, era um tesão), e por isso não mais me atualizei com relação a eles. As principais chatices do chat do Terra (perceberam o trocadilho? eu não sou um gênio?) para meu gosto são as seguintes. Continue Reading »