Planeta: Terra. Cidade: qualquer uma. Como em todas as cidades deste planeta, esta se acha hoje em desvantagem em sua luta contra o maior inimigo do homem: a ignorância. E apesar dos esforços de almas do mundo inteiro, comprometidas com a libertação das mentes das amarras do obscurantismo, pode chegar…
Tenho um amigo que é massoterapeuta, que hoje está numa situação confortável, mas há uns poucos anos não gozava da mesma sorte. Logo que ele começou na profissão dividíamos um apartamento no Centro de Porto Alegre, que já foi palco das situações mais escabrosas que alguém poderia… Esqueça, ninguém poderia…
Não sou muito dado a assuntos ou imagens escatológicos, mas a imagem abaixo me deixou muito pensativo.
Neste final de semana fiz uma coisa que eu vinha ameaçando fazer havia tempo: parei de seguir no Twitter aquelas pessoas que só falam em futebol.
Correndo o risco de ser chamado de mentiroso, confesso aqui e agora: estou traumatizado de ir ao banheiro da minha casa.
Sábado à noite, fim do horário de verão, uma hora a mais de fim de semana para curtir, e a televisão está repleta de programas ruins, dentre os quais um filme na Globo que trata do tema mais recorrente em todos os ditos filmes de “ação”: a vingança.
Tem dias que a gente tem a nítida impressão que não deveria ter saído da cama. Hoje foi um destes.
De ontem para hoje acabei lendo uns dois ou três posts sobre homofobia no futebol, trazidos pelo @mauriciostycer (recomendo que sigam e que leiam o que o cara escreve), e orbitando o Richarlyson e a torcida do São Paulo.
Inspirado num post do Becher, que descreve fatos supostamente importantes do ano em que ele nasceu, resolvi escrever sobre os fatos importantes de 1972, o ano em que eu nasci.





