Depois do sucesso que fez a foto da minha gata trepando, inclusive com aparição na primeira página de resultados do Google, resolvi aproveitar o ensejo para ao mesmo tempo que faço mais um pouco de SEO de favelado dar notícias da minha analfabeta favorita aos demais ailurófilos que porventura leiam este blog.
Da últma vez que falei da minha gata aqui ela ainda se chamava Clara. A Lu Monte me disse que não importa o nome que a gente dê a um gato, ele sempre vai reconhecer é o tom de voz do dono e não as palavras em si. OK, a Lu deve ter razão, mas eu prefiro ficar com a crença de que os bichanos reconhecem, sim, as palavras, e que eles mesmos escolhem os nomes que vão querer ter.
Pois foi embasada nessa minha crença, e quem sabe motivada por algum desejo secreto de afrontar a Lu, que a Clara resolveu não atender mais quando eu a chamo de Clara, mudando seu nome por livre e espontânea vontade para Gata. Na verdade era Gatinha, mas como ela já passou a demonstrar desejos da carne — o que me levou a antecipar os planos de castrá-la — e depois disso ela engordou e cresceu um pouco, resolvi tomar posição e abolir o uso do diminutivo (ela precisa saber que quem manda sou eu).
Comecemos esta estória, que somente eu saberei que se é baseada em fatos, identificando os personagens.
A nossa heroína é a Mulher Paranóia. Assim como a Clair Bennet de Heroes tem o poder de regenerar, curando qualquer ferida de seu corpo instantaneamente, nossa heroína tem o poder de estar sempre desconfiada; se um lampejo de tranqüilidade se faz presente na alma da Mulher Paranóia, imediatamente a inquietação e a desconfiança se regeneram, a ponto de deixá-la quase doida. Quase, é claro, porque o autocontrole intenso é outro de seus superpoderes. Como sói, nossa protagonista tem uma identidade secreta de cidadã comum, uma simples escriturária que trabalha de uniforme o dia inteiro em uma financeira, e discute com os colegas as implicações éticas de revender ou não produtos Herbalife.
Nossa heroína é casada com um também super-herói, cuja identidade secreta é de baterista numa banda de crente gospel. O que ninguém sabe é que ele é um super-herói esquizofrênico: ora ele encarna o Ultra Desmanchaprazer, ora ele encarna o Mega Tonto.
Um editor de vídeo na mão, uma idéia na cabeça, os DVDs com diversas temporadas da sua série favorita e uma conexão com Internet são os ingredientes necessários para fazer um vídeo como esse, que entre outras coisas serve para provar que a maldade (ou malícia) está nos olhos de quem vê.
Usando de cenas de Jornada nas Estrelas o autor do vídeo abaixo deu um novo significado à relação de Spock com o Capitão Kirk.
A imagem não tem nada a ver com o texto,
mas é tão bacana que fiz questão de usar.
Imagem do Flickr
Meus amigos já me conhecem, e sabem que eu não atendo a campainha se não estiver esperando ninguém (moro num prédio antigo que não tem interfone), e por esta razão sempre me telefonam antes de aparecer na minha casa. Claro que as visitas são sempre desejadas e benvindas, mas não me façam surpresas porque eu, decididamente, não aprecio. Por concidência, minha única vizinha, amiga muito próxima minha, tem o mesmo procedimento.
Noite passada fui dormir muito tarde porque estava migrando contas da DreamHost para a PortoFácil, apesar da dor de cabeça e do mal-estar generalizado, e hoje acordei muito cedo. Foram no máximo quatro horas de sono, o que, qualquer um pode imaginar, implicou numa manhã azeda, de péssimo humor.
Eram aproximadamente 13h quando a campainha tocou. Não dei bola, como nunca faço. A campainha tocou novamente. E outra vez. E não parava de tocar.
Acabo de ver no blog do Cardoso Mais um brasileiro em Lost, em que aparece uma montagem simplesmente genial acerca da estória do padre que saiu pra voar com um aparato feito de bexiguinhas de gás e sumiu.
O Cardoso diz que é uma pena que logo a imagem vá ser “kibada”, e quanto a isso eu proponho uma ação: sejamos mais rápidos que os enlatadores de humor, e postemos em nossos blogs a imagem, o mais rapidamente possível (e quem tiver informações do autor da mesma avise os demais para podermos dar os devidos créditos).
Assim, quando a imagem for kibada pelo menos há alguma chance de que algumas pessoas vejam e pensem “isso não é original, já vi no blog tal antes”.