Ainda na semana que passou escrevi um artigo no Viamão Lotado acerca da mesmice dos blogs de tecnologia, especificamente por causa da tendência comum de todo mundo se pôr numa espécie de “obrigação” de escrever sobre o assunto da moda o mais rapidamente possível, o que torna tais blogs veículos de mera repetição, abrindo mão assim de todo o diferencial que a independência de um blogueiro pode proporcionar: opinião única, relato único de experiências individuais.
Como todo mundo sabe, eu sou usuário de Linux, e por esta razão eu teria de esperar até que a equipe de engenheiros do Google aprontasse e publicasse a versão para Linux do Chrome para poder experimentar o novo navegador. Se fizer igual fez com o Picasa e com o Google Earth, é certo que a Google vai empacotar bibliotecas do WINE com o programa, e ele vai funcionar feito um doce no Linux.
Ora, se é isso que eu imagino que os caras vão fazer, por que não tentar eu mesmo instalar o Chrome no WINE? E se eu tive essa idéia, por que não considerar que alguém mais capacitado que eu já tivesse tido a idéia, implementado e documentado para outros poderem se beneficiar do conhecimento?
Às vezes eu nem sei mais direito por que assinei alguns dos fides do meu Google Reader. Outros eu sei que assinei por um motivo específico, mas mais interessante do que isso são as eventuais descobertas que esses fides proporcionam de vez em quando.
Uma delas é o xkcd, um site de tirinhas absolutamente geniais que se por um lado podem não ser sequer entendidas pelas pessoas mais comuns, para os nerds e geeks como (muitos de) meus amigos e eu são um prato cheio!
Essa surpresa veio do blog do Matt Cutts no artigo xkcd @ Google!, que me deu a conhecer a seguinte tirinha.
Pois é, tive de reduzir o tamanho da imagem para caber no layout da página, mas um cliquezinho resolve.
Aos leitores não-nerds eu explico: o nome do menino contém um exploit comum para bancos de dados baseados em SQL, que não deveria mais preocupar nenhum desenvolvedor consciente, haja vista o quão comum é essa técnica.
Apenas para constar: o quarto quadrinho da tirinha é dispensável, a piada ficaria muito mais engraçada se parasse na tirada do “Bobby Tables”.
Não sou muito de fazer “reblog”, mas gostei tanto do videozinho abaixo que resolvi compartilhar por aqui também.
É uma aula para quem ainda está em dúvida sobre como funciona e qual a utilidade do Google Docs. Para mim, o serviço tornou-se tão indispensável que se de uma hora para outra o Google resolver cobrar pela sua utilização eu vou acabar pagando.
Ponto forte do vídeo: a técnica de animação usada, com modelos físicos com arames e tudo mais.
Pontos fracos do vídeo: a voz o locutor e a expressão “num piscar de ôlhos” (grafada incorretamente para ilustrar a pronúncia do rapaz).
Acumular itens no leitor de feeds ocasiona um efeito muitas vezes desagradável para alguém viciado em ávido por informações: a defasagem.
Estou dizendo isso porque há uma semana o blog GoogleOperatingSystem veiculou uma notícia excelente para quem precisa desenvolver gráficos estatísticos em aplicações web: Dynamically Generated Charts.
Pelo menos nos meus blogs, o “nofollow” acaba de ser banido.
Por volta de janeiro de 2005, ou talvez um pouco antes — não lembro mesmo — criou-se uma estratégia para combater o ataque massivo de spam nos comentários de blogs. Criou-se um novo parâmetro para os links, o rel=”nofollow”, que simplesmente instruía os robôs dos indexadores a ignorarem, ou seja, não seguirem, aquele link. Links que não podem ser seguidos não têm o menor valor para os spammers, que lucravam principalmente valorização do posicionamento (page rank) nos resultados das buscas.