Dec
19
2007
Duas crônicas praticamente ao mesmo tempo. Uma eu presenciei, a outra fiquei sabendo pela Reuters.
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Terça-feira, depois do almoço, em Porto Alegre. O céu estava lindo, o clima quente, e eu caminhava com um amigo pela Rua dos Andradas, voltando para o trabalho. Notamos as pessoas olhando para o céu com cara de admiradas, e fomos ver o que chamava a atenção das pessoas: um helicóptero, provavelmente de reportagem, que sobrevoava a região central da cidade, e se mantinha naquele momento pairando no ar, mimetizando o vôo do beija-flor.
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Dec
08
2007
O ano era 1996, eu tinha 23 anos, ganhava bem, torrava tudo, e tinha uma galera pra lá de especial. Era uma época em que as coisas eram decididas na última hora, ou melhor, de sopetão, e foi assim quanto a ir para o Planeta Atlântida¹, que teve sua primeira edição naquele ano.
É claro que não conseguimos acomodação, a praia estava lotada, e como já estávamos lá mesmo estávamos prestes a passar todo o final de semana acordados, ou na melhor das hipóteses dormindo em turnos alternados nas sarjetas, bancos de praças ou cômoros. Mas fomos salvos por uma véia senhora que por um preço módico cedeu sua enorme garagem e muitos colchonetes para minha galera e eu dormirmos durante nossa estada na praia.
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Dec
08
2007
Imagine, caro leitor, a seguinte situação: quinta-feira à noite, larica em níveis estratosféricos, armários vazios em casa, geladeira na maior fartura de água gelada. O que você faria? Chamaria uma pizza? Comeria sua samambaia? Beberia toda a água da geladeira para enganar o bucho? Eu fui ao xis (siga o link se você não sabe do que se trata).
Mas veja, caro leitor, como a vida pode ser irônica muitas vezes. Eu jamais poderia imaginar que naquela noite de quinta eu estaria prestes a ter um encontro com a quase-morte (não minha, de outra pessoa).
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