Sep 08 2008
Religião pra quê?
O título deste é “emprestado” do encerramento de uma série de nove posts de autoria do Marcus (Grande Abóbora). Desde que ele escreveu o primeiro que eu venho ensaiando escrever algumas linhas acerca deste assunto, não como “resposta” ao Marcus mas sim como exercício de expressar livre e abertamente minhas próprias crenças e certezas.
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North Conway, New Hampshire
Imagem via Wikipedia
De fato, não tem coisa que me torre mais o saco do que crentes ignorantes que acham que qualquer um que não pense com a cabeça de seu pastor vai para o “inferno” (como se este plano de existência, mergulhado no medo e suas derivações, não pudesse ser ele o próprio inferno), ou ateus imbecis que querem reduzir toda a existência a silogismos simplistas, tão simplistas quanto sua própria prepotência. Ambos os casos são muito bem ilustrados pelo Marcus no artigo Resposta a uma crente.
Aliás, peguemos o exemplo dos dois moços do vídeo que ilustra o artigo do Marcus. Eles tiram o maior sarro do cara que tolamente queria convencê-los de que Deus existe ao perguntar se ele acredita em unicórnios; ante a negativa perguntam por quê, e o sujeito diz que é porque unicórnios são fruto da imaginação das pessoas, invenções; e então os dois se regozijam e dizem “é isso aí”.

