11 Comentários em “Sobre Homens e Meninos”

  1. Sergio Grigoletto

    Jango!

    Notas sobre esse vídeo, vi também no Sedentário antes de sua postagem sobre e agora, saber que a Lu também indignou-se. Eu, não o vi, vocês já disseram tudo.
    E, se a Lu que já me disse ser meio “durona” indignou-se, eu que sou manteiga, nem quero ver.
    É o fim da picada.

  2. Daniel Becher

    Jânio,

    Seu pai é (ou foi, e perdoe-me se cometo aqui uma indelicadeza) um homem de VALOR. Cara, como eu bato nessa tecla lá no blog. VALORES, é o que falta hoje em dia. O mínimo de valores pra ensinar um moleque a ser alguém na vida. Um pai, nem na época dos seus 14 anos, nem hoje, precisa ter dinheiro algum pra educar um filho.

    Ele só precisa ensinar valores como honestidade, ética, gratidão e tudo aquilo que muita gente acha piegas demais pra levar em consideração. O dinheiro ajuda – e muito. Mas valores, valores, valores, é o que interessa.

    Jânio, esse post elevou minha admiração por você ao cubo. Emocionado.

    Abraço!

  3. Traichel

    Pois é Jânio, o autor desta primeira pérola de comentário realmente deve ser ou um piá de nada ou um riquinho arrogante. Quer dizer que só por quê não tem condições neste momento nunca terá chance? E outra, como tu colocaste, uma coisa é não dar determinado presente, outra é humilhar.

    Eu não consigo dar todos os presentes pro meu filho, até por quê ele já sabe que primeiro tem que merecer, e não falo em trabalhar ou coisa assim, digo em ser carinhoso, obediente, essas coisas. Segundo desde cedo sempre fomos francos dizendo que o dinheiro que se ganha não é só pra presentes, mas também pra comida, casa, estudo…

    Foi assim que fui criado e agradeço sempre a minha mãe por isso!

  4. Bender

    Aquele vídeo é quase tão ruim quanto o da cobra naja desdentada atacando um bebê de um ano na frente de toda sua família que assistia ao espetáculo.

  5. Lu Monte

    Pois é, o Sérgio está certo quando diz que sou durona, mas determinadas coisas são demais. A família deveria ser o porto seguro, o reduto mais acolhedor, pleno de carinho, amor, afeto. Quem acha válido o comportamento dessa família deveria ser esterilizado para não perpetuar a própria frieza.

    Aliás, ser pai/mãe deveria ser um privilégio, não um ato ao alcance de todos.

  6. JV

    Eu seria uma pessoa mais feliz se não tivesse visto este filme, mas enfim, é realidade. Para nós que somos pais a dor é a dobrar quando se vê coisas assim.

    Quanto ao post, magnífico, de vez em quando o Jânio consegue colocar o dedo na ferida e provocar sentimentos.

    []´s JV

  7. Paulo R Diesel

    Parece que todos, ou alguns, tiveram que ir a luta bem cedo. Também entreguei jornais, vendi verduras empurrando um carrinho de mão morro acima e abaixo, vendi pão de casa em casa e nada disso me deixou com sequelas de uma infância infeliz, pelo contrário. Naquela época não se tinha acesso aos brinquedos e se os fabricava com restos disso ou daquilo. Os pais deixavam bem claro o estado econômico/financeiro em que nos encontrávamos e não nos iludiam com falsas promessas, ou usando de subterfúgios, que não podiam cumprir.
    Tem pais e pais. Ainda bem que o meu não foi nem um pouco parecido com este aí, Jânio.

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