Sexta-feira da estupidez – brincando com fogo
Pessoas fazem coisas estúpidas o tempo todo. É sério, até eu já fiz uma ou duas nesta encarnação. Brincar com fogo (seja no conotativo ou no denotativo, quem entendeu me adedê) quase nunca é uma boa ideia, principalmente para criaturas intelijumentas como as abaixo retratadas.


Porém, nada se compara à estupidez do pai do moleque abaixo (não tem sangue, muito menos morte, mas é uma cena terrivelmente perturbadora para quem é normal e tem um pingo de empatia pelo semelhante, razão pela qual o restante do post está oculto).

O que leva um casal de adultos em idade reprodutiva a expor a uma chama acesa uma criança pequena, que provavelmente nunca viu um bolo de aniversário com uma vela flamejante? O guri evidentemente na fase oral (embora os pais pareçam não ter saído nem da fase anal) instintivamente acha que tudo é para levar à boca.
Agora, se o guri tentar abocanhar uma chama viva é perturbador, se a expressão de dor dele levando aos lábios as duas mãozinhas é triste, o que dizer do imbecil do pai que desata a rir no instante em que a criança começa a gritar de dor, medo, susto, ou o que for?
Mas como eu ouvi por aí e não canso de repetir, nunca atribua à malícia o que pode ser explicado pela estupidez. Com um pouco de “sorte” o garoto só nasceu numa família de retardados que ri quando o filho se fere, não que seja um riso de regozijo, mas talvez de nervosismo e medo também.
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