<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	>
<channel>
	<title>Comments on: Os &#8220;segredos&#8221; do mercado de trabalho</title>
	<atom:link href="http://janio.sarmento.org/os-segredos-do-mercado-de-trabalho/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://janio.sarmento.org/os-segredos-do-mercado-de-trabalho/</link>
	<description>Tecnologia, polêmica, espiritualidade, mesothelioma e rent a car</description>
	<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 11:20:36 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.6.3</generator>
		<item>
		<title>By: Rafael Reinehr</title>
		<link>http://janio.sarmento.org/os-segredos-do-mercado-de-trabalho/#comment-20136</link>
		<dc:creator>Rafael Reinehr</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2008 01:54:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://janio.sarmento.org/?p=875#comment-20136</guid>
		<description>Bem amigos, aprecio saber que estou no mesmo barco. Gradativamente fui reduzindo meu trabalho vinculado a toda e qualquer empresa que me assalariava. No começo, antes de minha especialização, isso era quase uma necessidade. Com o tempo, a necessidade passa a ser quase uma prisão, já que tememos a insegurança de "andar de bicicleta sem rodinhas". 
Hoje, posso dizer que ganho pelo menos 3 vezes mais do que naquela época em que trabalhava - muitas vezes com a sensação de "obrigação", em um negócio não próprio.
Hoje, não há concurso público ou cargo em empresa que valha minha liberdade de, por exemplo, escolher as sextas à tarde para nào trabalhar... Êta trem bão, sô!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem amigos, aprecio saber que estou no mesmo barco. Gradativamente fui reduzindo meu trabalho vinculado a toda e qualquer empresa que me assalariava. No come&ccedil;o, antes de minha especializa&ccedil;&atilde;o, isso era quase uma necessidade. Com o tempo, a necessidade passa a ser quase uma pris&atilde;o, j&aacute; que tememos a inseguran&ccedil;a de &#8220;andar de bicicleta sem rodinhas&#8221;.<br />
Hoje, posso dizer que ganho pelo menos 3 vezes mais do que naquela &eacute;poca em que trabalhava - muitas vezes com a sensa&ccedil;&atilde;o de &#8220;obriga&ccedil;&atilde;o&#8221;, em um neg&oacute;cio n&atilde;o pr&oacute;prio.<br />
Hoje, n&atilde;o h&aacute; concurso p&uacute;blico ou cargo em empresa que valha minha liberdade de, por exemplo, escolher as sextas &agrave; tarde para n&agrave;o trabalhar&#8230; &Ecirc;ta trem b&atilde;o, s&ocirc;!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Thalis Valle</title>
		<link>http://janio.sarmento.org/os-segredos-do-mercado-de-trabalho/#comment-20119</link>
		<dc:creator>Thalis Valle</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 11:28:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://janio.sarmento.org/?p=875#comment-20119</guid>
		<description>&lt;strong&gt;Gentil e Janio&lt;/strong&gt;,

É de grande valia para mim, esses comentários. Obrigado, mesmo. São uma espécie de ajuda para a auto-superação, de pessoas sérias e de conhecimento.

Sempre penso que quando você tem uma idéia e acredita que possa dar certo, se você nunca se dedica para executá-la, nunca terá o gostinhio de missão cumprida, de sucesso. E sucesso nem sempre é o dinheiro, para quem está no começo da jornada.

Temos nossas dificuldades de trabalhar com web, talvez a maior delas, é a relação com o cliente; conquista e fidelização. Mas, hoje temos clientes para todo mundo. Como o janio disse, todos ganham.

Acredito mesmo que cada um é unico, e acredito também que cada um tem suas necessidades e conhecimento para atingir seu lugar. O negócio é, ter seriedade, honestidade e acreditar.

Um abração pra vocês, brothers!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Gentil e Janio</strong>,</p>
<p>&Eacute; de grande valia para mim, esses coment&aacute;rios. Obrigado, mesmo. S&atilde;o uma esp&eacute;cie de ajuda para a auto-supera&ccedil;&atilde;o, de pessoas s&eacute;rias e de conhecimento.</p>
<p>Sempre penso que quando voc&ecirc; tem uma id&eacute;ia e acredita que possa dar certo, se voc&ecirc; nunca se dedica para execut&aacute;-la, nunca ter&aacute; o gostinhio de miss&atilde;o cumprida, de sucesso. E sucesso nem sempre &eacute; o dinheiro, para quem est&aacute; no come&ccedil;o da jornada.</p>
<p>Temos nossas dificuldades de trabalhar com web, talvez a maior delas, &eacute; a rela&ccedil;&atilde;o com o cliente; conquista e fideliza&ccedil;&atilde;o. Mas, hoje temos clientes para todo mundo. Como o janio disse, todos ganham.</p>
<p>Acredito mesmo que cada um &eacute; unico, e acredito tamb&eacute;m que cada um tem suas necessidades e conhecimento para atingir seu lugar. O neg&oacute;cio &eacute;, ter seriedade, honestidade e acreditar.</p>
<p>Um abra&ccedil;&atilde;o pra voc&ecirc;s, brothers!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Gentil</title>
		<link>http://janio.sarmento.org/os-segredos-do-mercado-de-trabalho/#comment-20116</link>
		<dc:creator>Gentil</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 20:28:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://janio.sarmento.org/?p=875#comment-20116</guid>
		<description>Parece que, para corroborar conosco,
o Wim Wenders (que dirigiu aquele estranho filme chamado 
"Paris, Texas", que se passa numa cidade do Texas chamada Paris) 
deu uma entrevista hoje no Terra
falando exatamente do fato de que não conseguiu
se adaptar ao sistema formatado de Hollywood,
e teve que trilhar sua carreira independente.
Veja entrevista aqui:
http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2020/artigo96289-1.htm</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parece que, para corroborar conosco,<br />
o Wim Wenders (que dirigiu aquele estranho filme chamado<br />
&#8220;Paris, Texas&#8221;, que se passa numa cidade do Texas chamada Paris)<br />
deu uma entrevista hoje no Terra<br />
falando exatamente do fato de que n&atilde;o conseguiu<br />
se adaptar ao sistema formatado de Hollywood,<br />
e teve que trilhar sua carreira independente.<br />
Veja entrevista aqui:<br />
<a href="http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2020/artigo96289-1.htm" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/comment/http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2020/artigo96289-1.htm');" rel="nofollow"></a><a href='http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2020/artigo96289-1.htm'>http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2020/artigo96289-1.htm</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Gentil</title>
		<link>http://janio.sarmento.org/os-segredos-do-mercado-de-trabalho/#comment-20115</link>
		<dc:creator>Gentil</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 19:38:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://janio.sarmento.org/?p=875#comment-20115</guid>
		<description>Bem, Janio, já podemos ver na prática que o pensamento sinergístico está atuando, pois há muitos pensando igual e atuando igual também,
haja vista nós mesmos.
Gostaria apenas de comentar o comentário do Thalis, sobre dar a cara pra bater. Na época que eu me demiti, pra poder me dedicar a descobrir o que eu realmente queria fazer da minha vida, um grande amigo nosso, a quem sempre me refiro em meu blog, o Austro (www.austro.com),
me disse: não se preocupe com quantas vezes você quebrar a cara, nesta busca, pois toda vez que quebrar, é que não era a verdadeira. Quando for a verdadeira cara, essa, nunca quebra!
Assim, Thalis, eu digo o mesmo pra ti, vá em frente, dê a cara pra bater, e quebre a cara quantas vezes for preciso, pra chegar na que nunca quebra. Obviamente, isso nada tem a ver com bater com a cara no muro, por cegueira. É preciso ir em busca do que realmente queremos, mas sempre buscando o máximo de informações possível, para poder as coisas terem chance de sucesso. Pra utilizar outra expressão que aprendi com Austro, é fazer um movimento estruturado, se guiando pelos objetivos, e providenciando os meios pra isso. Bem, Janio, acho que não só teremos o fórum do pensamento sinergístico em inglês, mas acho teu blog aqui está virando um fórum disto também! Com isso o pessoal vai ficar curioso com a idéia. Como tudo tem hora pra acontecer, e você puxou o assunto da mudança no capitalismo, nada mais justo que ela já vá sendo lançada via o teu blogue! Vamos trabalhando a idéia, que a coisa anda!
Sabe como é, né Brother, como dizia Lao Tzé: para agir, aguarde a oportunidade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, Janio, j&aacute; podemos ver na pr&aacute;tica que o pensamento sinerg&iacute;stico est&aacute; atuando, pois h&aacute; muitos pensando igual e atuando igual tamb&eacute;m,<br />
haja vista n&oacute;s mesmos.<br />
Gostaria apenas de comentar o coment&aacute;rio do Thalis, sobre dar a cara pra bater. Na &eacute;poca que eu me demiti, pra poder me dedicar a descobrir o que eu realmente queria fazer da minha vida, um grande amigo nosso, a quem sempre me refiro em meu blog, o Austro (www.austro.com),<br />
me disse: n&atilde;o se preocupe com quantas vezes voc&ecirc; quebrar a cara, nesta busca, pois toda vez que quebrar, &eacute; que n&atilde;o era a verdadeira. Quando for a verdadeira cara, essa, nunca quebra!<br />
Assim, Thalis, eu digo o mesmo pra ti, v&aacute; em frente, d&ecirc; a cara pra bater, e quebre a cara quantas vezes for preciso, pra chegar na que nunca quebra. Obviamente, isso nada tem a ver com bater com a cara no muro, por cegueira. &Eacute; preciso ir em busca do que realmente queremos, mas sempre buscando o m&aacute;ximo de informa&ccedil;&otilde;es poss&iacute;vel, para poder as coisas terem chance de sucesso. Pra utilizar outra express&atilde;o que aprendi com Austro, &eacute; fazer um movimento estruturado, se guiando pelos objetivos, e providenciando os meios pra isso. Bem, Janio, acho que n&atilde;o s&oacute; teremos o f&oacute;rum do pensamento sinerg&iacute;stico em ingl&ecirc;s, mas acho teu blog aqui est&aacute; virando um f&oacute;rum disto tamb&eacute;m! Com isso o pessoal vai ficar curioso com a id&eacute;ia. Como tudo tem hora pra acontecer, e voc&ecirc; puxou o assunto da mudan&ccedil;a no capitalismo, nada mais justo que ela j&aacute; v&aacute; sendo lan&ccedil;ada via o teu blogue! Vamos trabalhando a id&eacute;ia, que a coisa anda!<br />
Sabe como &eacute;, n&eacute; Brother, como dizia Lao Tz&eacute;: para agir, aguarde a oportunidade.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Janio Sarmento</title>
		<link>http://janio.sarmento.org/os-segredos-do-mercado-de-trabalho/#comment-20114</link>
		<dc:creator>Janio Sarmento</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 17:06:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://janio.sarmento.org/?p=875#comment-20114</guid>
		<description>@Thalis Valle: é por aí mesmo. Veja os exemplos meu e do meu amigo Gentil, que deixou um comentário aqui nesta página.

Quem tem potencial, e eu acho que todos têm mesmo que não acredite nisso (esse o grande problema), não tem concorrente. Porque cada ser é divinamente único, e os dons são distribuídos de maneira justa e igualitária, mas sempre exclusiva.

Além do mais, o mundo clama por transformações. É hora de nascer um novo Capitalismo onde todos ganhem, ao invés de alguém ter de perder para que outro possa ganhar. Melhor dizendo, este novo Capitalismo já existe, e o de que precisamos é apenas massa crítica para que o mundo todo passe a conhecer e beneficiar-se dele.

Vai na fé, irmão. :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>@Thalis Valle: &eacute; por a&iacute; mesmo. Veja os exemplos meu e do meu amigo Gentil, que deixou um coment&aacute;rio aqui nesta p&aacute;gina.</p>
<p>Quem tem potencial, e eu acho que todos t&ecirc;m mesmo que n&atilde;o acredite nisso (esse o grande problema), n&atilde;o tem concorrente. Porque cada ser &eacute; divinamente &uacute;nico, e os dons s&atilde;o distribu&iacute;dos de maneira justa e igualit&aacute;ria, mas sempre exclusiva.</p>
<p>Al&eacute;m do mais, o mundo clama por transforma&ccedil;&otilde;es. &Eacute; hora de nascer um novo Capitalismo onde todos ganhem, ao inv&eacute;s de algu&eacute;m ter de perder para que outro possa ganhar. Melhor dizendo, este novo Capitalismo j&aacute; existe, e o de que precisamos &eacute; apenas massa cr&iacute;tica para que o mundo todo passe a conhecer e beneficiar-se dele.</p>
<p>Vai na f&eacute;, irm&atilde;o. <img src='http://janio.sarmento.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Janio Sarmento</title>
		<link>http://janio.sarmento.org/os-segredos-do-mercado-de-trabalho/#comment-20113</link>
		<dc:creator>Janio Sarmento</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 16:56:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://janio.sarmento.org/?p=875#comment-20113</guid>
		<description>@Gentil: extremamente bem colocado teu pensamento, e os dados sobre as nossas situações.

Quando escrevi o texto, já de madrugada, após uma longa jornada de trabalho, esqueci deste detalhe de que saímos juntos de nossos respectivos empregos, na mesma época. Ratifico cada palavra tua, principalmente quanto a estarmos mais felizes agora.

E se me perguntassem se eu me arrependo de alguma coisa, eu parafrasearia os versos imortalizados pela Edith Piaf: "non, rien de rien, non, je ne regrette rien", ou seja, nada de nada, eu não me arrependo de nada!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>@Gentil: extremamente bem colocado teu pensamento, e os dados sobre as nossas situa&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Quando escrevi o texto, j&aacute; de madrugada, ap&oacute;s uma longa jornada de trabalho, esqueci deste detalhe de que sa&iacute;mos juntos de nossos respectivos empregos, na mesma &eacute;poca. Ratifico cada palavra tua, principalmente quanto a estarmos mais felizes agora.</p>
<p>E se me perguntassem se eu me arrependo de alguma coisa, eu parafrasearia os versos imortalizados pela Edith Piaf: &#8220;non, rien de rien, non, je ne regrette rien&#8221;, ou seja, nada de nada, eu n&atilde;o me arrependo de nada!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Gentil</title>
		<link>http://janio.sarmento.org/os-segredos-do-mercado-de-trabalho/#comment-20112</link>
		<dc:creator>Gentil</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 16:16:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://janio.sarmento.org/?p=875#comment-20112</guid>
		<description>Janio,
achei muito interessante este artigo, pois já estive de ambos os lados do trabalho, tanto como empregado de empresas quanto como autônomo. Sou professor de inglês, e posso dizer que cheguei a trabalhar 50 horas semanais, só em sala de aula (excluindo aqui tempo de preparação de aula e correção de trabalhos e provas). Quando cheguei nesse ponto, vi que seria impossível manter isso por muito tempo, pois o desgaste é alto e em breve eu estaria em algum pronto socorro. E agora, o mais incrível: fui aos poucos reduzindo minha carga horária, e quando cheguei a 35 horas semanais, descobri que não só eu trabalhava menos como também  ganhava mais! Pelo simples fato de que, trabalhando mais, eu ganhava mais, porém entrava na faixa de imposto de renda, e o que eu ganhava a mais era descontado no IR (o cúmulo da co-incidência: exatamente o valor que eu ganhava a mais na época era o valor descontado!). Quando diminuí a carga horária, também saí da faixa de desconto de IR, e passei a ganhar, no valor líquido, mais do que ganhava antes, proporcionalmente à carga horária trabalhada.
Quanto a trabalho autônomo, também vi que com 10 alunos (particulares) eu ganharia muito mais do que como empregado num curso de inglês lecionando para 100 alunos, por exemplo!
Finalmente, sobre a questão de ser empregado ou não: em 2002, quando me demiti da escola em que trabalhava e tentei criar meu próprio curso de inglês (do qual abri mão para buscar algo que realmente me dá muito prazer, que é a poesia, tradução e escrita),
eu li dois livros do Tom Peters, e gostei muito quando ele disse que a melhor coisa que alguém pode fazer para SI mesmo, quando chegar a um nível de muito sucesso numa empresa, é se demitir, e procurar algo diferente pra fazer, algo que realmente lhe dê prazer e vida. Isso foi o melhor que recolhi dessas leituras. 
Co-incidentemente, meu irmão, eu e você nos demitimos de nossos empregos na mesma época, em 2002. E se você está mais feliz hoje, eu também, e nunca me arrependi do que fiz, embora tenha passado 3 anos bastante ruins, entre 2002 e 2005. Mas nem nos piores momentos me arrependi do que fiz, pois no meu último mês de emprego vi que um colega meu de profissão, de 29 anos, teve um pré-infarto numa escola, e foi parar no pronto-socorro. Isso me fez pensar com as pernas e não com a cabeça, e me fez sair correndo do emprego, até porque a profissão que mais mata por stress é a de professor.
Abração,
Gentil</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Janio,<br />
achei muito interessante este artigo, pois j&aacute; estive de ambos os lados do trabalho, tanto como empregado de empresas quanto como aut&ocirc;nomo. Sou professor de ingl&ecirc;s, e posso dizer que cheguei a trabalhar 50 horas semanais, s&oacute; em sala de aula (excluindo aqui tempo de prepara&ccedil;&atilde;o de aula e corre&ccedil;&atilde;o de trabalhos e provas). Quando cheguei nesse ponto, vi que seria imposs&iacute;vel manter isso por muito tempo, pois o desgaste &eacute; alto e em breve eu estaria em algum pronto socorro. E agora, o mais incr&iacute;vel: fui aos poucos reduzindo minha carga hor&aacute;ria, e quando cheguei a 35 horas semanais, descobri que n&atilde;o s&oacute; eu trabalhava menos como tamb&eacute;m  ganhava mais! Pelo simples fato de que, trabalhando mais, eu ganhava mais, por&eacute;m entrava na faixa de imposto de renda, e o que eu ganhava a mais era descontado no IR (o c&uacute;mulo da co-incid&ecirc;ncia: exatamente o valor que eu ganhava a mais na &eacute;poca era o valor descontado!). Quando diminu&iacute; a carga hor&aacute;ria, tamb&eacute;m sa&iacute; da faixa de desconto de IR, e passei a ganhar, no valor l&iacute;quido, mais do que ganhava antes, proporcionalmente &agrave; carga hor&aacute;ria trabalhada.<br />
Quanto a trabalho aut&ocirc;nomo, tamb&eacute;m vi que com 10 alunos (particulares) eu ganharia muito mais do que como empregado num curso de ingl&ecirc;s lecionando para 100 alunos, por exemplo!<br />
Finalmente, sobre a quest&atilde;o de ser empregado ou n&atilde;o: em 2002, quando me demiti da escola em que trabalhava e tentei criar meu pr&oacute;prio curso de ingl&ecirc;s (do qual abri m&atilde;o para buscar algo que realmente me d&aacute; muito prazer, que &eacute; a poesia, tradu&ccedil;&atilde;o e escrita),<br />
eu li dois livros do Tom Peters, e gostei muito quando ele disse que a melhor coisa que algu&eacute;m pode fazer para SI mesmo, quando chegar a um n&iacute;vel de muito sucesso numa empresa, &eacute; se demitir, e procurar algo diferente pra fazer, algo que realmente lhe d&ecirc; prazer e vida. Isso foi o melhor que recolhi dessas leituras.<br />
Co-incidentemente, meu irm&atilde;o, eu e voc&ecirc; nos demitimos de nossos empregos na mesma &eacute;poca, em 2002. E se voc&ecirc; est&aacute; mais feliz hoje, eu tamb&eacute;m, e nunca me arrependi do que fiz, embora tenha passado 3 anos bastante ruins, entre 2002 e 2005. Mas nem nos piores momentos me arrependi do que fiz, pois no meu &uacute;ltimo m&ecirc;s de emprego vi que um colega meu de profiss&atilde;o, de 29 anos, teve um pr&eacute;-infarto numa escola, e foi parar no pronto-socorro. Isso me fez pensar com as pernas e n&atilde;o com a cabe&ccedil;a, e me fez sair correndo do emprego, at&eacute; porque a profiss&atilde;o que mais mata por stress &eacute; a de professor.<br />
Abra&ccedil;&atilde;o,<br />
Gentil</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Thalis Valle</title>
		<link>http://janio.sarmento.org/os-segredos-do-mercado-de-trabalho/#comment-20111</link>
		<dc:creator>Thalis Valle</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 15:59:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://janio.sarmento.org/?p=875#comment-20111</guid>
		<description>Janio, assim como você, também quero ter meu home-office, e trabalhar pra mim, executar minhas idéias. Sei que não é fácil conquistar clientes e mais difícil fideliza-los. Mas, quem deseja realmente ter um diferencial em relação aos outros, tem que arriscar, dar a cara pra bater e ver se realmente aguenta a pancada!

Abração e cada vez mais sucesso.
Sou seu fã!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Janio, assim como voc&ecirc;, tamb&eacute;m quero ter meu home-office, e trabalhar pra mim, executar minhas id&eacute;ias. Sei que n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil conquistar clientes e mais dif&iacute;cil fideliza-los. Mas, quem deseja realmente ter um diferencial em rela&ccedil;&atilde;o aos outros, tem que arriscar, dar a cara pra bater e ver se realmente aguenta a pancada!</p>
<p>Abra&ccedil;&atilde;o e cada vez mais sucesso.<br />
Sou seu f&atilde;!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Felipe Diesel</title>
		<link>http://janio.sarmento.org/os-segredos-do-mercado-de-trabalho/#comment-20110</link>
		<dc:creator>Felipe Diesel</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 07:23:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://janio.sarmento.org/?p=875#comment-20110</guid>
		<description>Estávamos falando hoje lá na empresa em como somos condicionados a ter um emprego e ganhar salário e nunca arriscar. Não sei se isso é um problema do Brasil, pois só conheço a realidade aqui, mas pode olhar as leis, o ensino, tudo condiciona a pessoa a ser empregado.

Não digo que não seja bom, tem suas vantagens, mas depois que tu trabalhas por conta e vê o dinheiro entrando diretamente do  teu trabalho, não quer mais voltar atrás. A não ser que encontre uma empresa muito boa por aí.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Est&aacute;vamos falando hoje l&aacute; na empresa em como somos condicionados a ter um emprego e ganhar sal&aacute;rio e nunca arriscar. N&atilde;o sei se isso &eacute; um problema do Brasil, pois s&oacute; conhe&ccedil;o a realidade aqui, mas pode olhar as leis, o ensino, tudo condiciona a pessoa a ser empregado.</p>
<p>N&atilde;o digo que n&atilde;o seja bom, tem suas vantagens, mas depois que tu trabalhas por conta e v&ecirc; o dinheiro entrando diretamente do  teu trabalho, n&atilde;o quer mais voltar atr&aacute;s. A n&atilde;o ser que encontre uma empresa muito boa por a&iacute;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
