24 Aug 2007

O que importa é o artista e não a ferramenta

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Muitos homens de pinto pequeno tentam se justificar dizendo que “o que importa é o tamanho da mágica, e não o da varinha”, e outras piadinhas do tipo.

Agora eles podem reforçar sua metáfora com uma prova documental em vídeo: um cara gravou uma sessão de Paint (o software de desenho da Microsoft, sucessor do Paintbrush), que é absolutamente tosco e limitado.

O vídeo é acelerado, claro, pois ninguém além do próprio artista teria saco para ficar duas horas e meia assistindo a formação de um desenho tão complexo. Para ser honesto, eu não tive saco nem para ver o vídeo acelerado até o fim no ritmo normal, obrigando-me a pular umas partes quando não dava para ver direito o que o cara estava fazendo.

O que você acha?

Visto originalmente em Some people can… this guy can!


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8 Respostas para “O que importa é o artista e não a ferramenta”

  1. Traichel on 24 Aug 2007 at 8:27 am

    E ai!

    Tchê, descordo um pouco. Claro que talento é imprescindível, mas tenho certeza que o cara do exemplo faria algo melhor e MUITO mais rápido com um Photoshop. Fora que com layers, por exemplo, teria mais liberdade pra alterar e coisas assim.

    Creio que o certo é talento + ferramenta adequada, principalmente em um mercado competitivo como o de hoje. Não adianta me dizerem que antigamente faziam catedrais lindíssimas com as ferramentas que bem conhecemos, pois eles não tinham prazo e podiam levar um século ou mais. Quero ver hoje com financiamento bancário, juros e a boa vontade da prefeitura…

    [Reply]

  2. Fabio on 24 Aug 2007 at 9:43 am

    Eu não entendi bem a piada do pinto pequeno. Isso é algum tipo de dor de cotovelo??? Hehehehe

    Mas muito legal isso. Os caras são bons mesmo. Eu mal consigo desenhar uma casa no papel, o que dirá no Paint. Tem que ter o dom.

    Abração!

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  3. ANA JASKULSKI on 24 Aug 2007 at 9:56 am

    da Vinci deve ter se revirado no túmulo…. de inveja heheheheh

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  4. Janio Sarmento on 24 Aug 2007 at 10:31 am

    Traichel.

    O meu objetivo não foi desmerecer o GIMP ou o Photoshop, ou qualquer outra ferramenta avançada de desenho, e sim expor minha admiração ao cara que com tão poucas ferramentas fez um trabalho tão bom.

    De resto, concordo contigo.

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  5. Janio Sarmento on 24 Aug 2007 at 10:33 am

    Fábio.

    Eu também não sei direito essa piada, só li em alguns lugares mas não consegui alcançar a dimensão toda (trocadalho do carilho, né, eheheheh).

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  6. Janio Sarmento on 24 Aug 2007 at 10:39 am

    Ana.

    Pra Da Vinci se revirar de inveja mesmo o cara não poderia estar refazendo a Mona Lisa, mas tinha de fazer um auto-retrato usando o Paint (tem uma teoria que diz que a Mona Lisa é o retrato de um alter-ego do Leonardo). Eu pelo menos bateria no peito e diria “respect” para o sujeito.

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  7. ana jaskulski on 24 Aug 2007 at 10:49 am

    Concordo contigo, mas a “inveja” seria pela tecnologia e tempo de execução ;)

    No You Tube tem outros vídeos onde os caras tentam imitar (e em um deles a Monalisa ficou com a cara da Nhonha). heheh

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  8. Janio Sarmento on 24 Aug 2007 at 10:54 am

    Ana.

    Eu entendi que era pela tecnologia, mas o que eu quis dizer é que é “fácil” copiar uma obra em duas horas e meia, eu queria ver era ele encarar todo o processo criativo.

    Com os pincéis e tintas que tinha na época o Leo também faria em até menos tempo quadros lindos, o que pega mesmo é atravessar os bloqueios criativos…

    Ou não, como diria Caetano Veloso.

    E sobre a Nhonha, eu sempre achei que aquela cachorra tinha um quê de medieval! :D

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