24 Aug 2007
O que importa é o artista e não a ferramenta
Muitos homens de pinto pequeno tentam se justificar dizendo que “o que importa é o tamanho da mágica, e não o da varinha”, e outras piadinhas do tipo.
Agora eles podem reforçar sua metáfora com uma prova documental em vídeo: um cara gravou uma sessão de Paint (o software de desenho da Microsoft, sucessor do Paintbrush), que é absolutamente tosco e limitado.
O vídeo é acelerado, claro, pois ninguém além do próprio artista teria saco para ficar duas horas e meia assistindo a formação de um desenho tão complexo. Para ser honesto, eu não tive saco nem para ver o vídeo acelerado até o fim no ritmo normal, obrigando-me a pular umas partes quando não dava para ver direito o que o cara estava fazendo.
O que você acha?
Visto originalmente em Some people can… this guy can!
Textos possivelmente relacionados a este




E ai!
Tchê, descordo um pouco. Claro que talento é imprescindível, mas tenho certeza que o cara do exemplo faria algo melhor e MUITO mais rápido com um Photoshop. Fora que com layers, por exemplo, teria mais liberdade pra alterar e coisas assim.
Creio que o certo é talento + ferramenta adequada, principalmente em um mercado competitivo como o de hoje. Não adianta me dizerem que antigamente faziam catedrais lindíssimas com as ferramentas que bem conhecemos, pois eles não tinham prazo e podiam levar um século ou mais. Quero ver hoje com financiamento bancário, juros e a boa vontade da prefeitura…
Eu não entendi bem a piada do pinto pequeno. Isso é algum tipo de dor de cotovelo??? Hehehehe
Mas muito legal isso. Os caras são bons mesmo. Eu mal consigo desenhar uma casa no papel, o que dirá no Paint. Tem que ter o dom.
Abração!
da Vinci deve ter se revirado no túmulo…. de inveja heheheheh
Traichel.
O meu objetivo não foi desmerecer o GIMP ou o Photoshop, ou qualquer outra ferramenta avançada de desenho, e sim expor minha admiração ao cara que com tão poucas ferramentas fez um trabalho tão bom.
De resto, concordo contigo.
Fábio.
Eu também não sei direito essa piada, só li em alguns lugares mas não consegui alcançar a dimensão toda (trocadalho do carilho, né, eheheheh).
Ana.
Pra Da Vinci se revirar de inveja mesmo o cara não poderia estar refazendo a Mona Lisa, mas tinha de fazer um auto-retrato usando o Paint (tem uma teoria que diz que a Mona Lisa é o retrato de um alter-ego do Leonardo). Eu pelo menos bateria no peito e diria “respect” para o sujeito.
Concordo contigo, mas a “inveja” seria pela tecnologia e tempo de execução
No You Tube tem outros vídeos onde os caras tentam imitar (e em um deles a Monalisa ficou com a cara da Nhonha). heheh
Ana.
Eu entendi que era pela tecnologia, mas o que eu quis dizer é que é “fácil” copiar uma obra em duas horas e meia, eu queria ver era ele encarar todo o processo criativo.
Com os pincéis e tintas que tinha na época o Leo também faria em até menos tempo quadros lindos, o que pega mesmo é atravessar os bloqueios criativos…
Ou não, como diria Caetano Veloso.
E sobre a Nhonha, eu sempre achei que aquela cachorra tinha um quê de medieval!