19 Jan 2006

O lado bom de ser nerd

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Aspirador de Pó Electrolux Hidrovac
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Talvez o título deste artigo esteja errado. Talvez fosse melhor O Lado Bom de ser Meio Nerd. Afinal, eu não sou exatamente isso que a Wikipedia descreve, mas sou, digamos, meio ávido por informação e tecnologia.

E esta estória começa justamente no final de semana passado, quando percebi que do nada minha conexão de Internet caía, forçando-me a dar um reset físico no modem para restabelecê-la. Como era fim de semana e eu tinha coisa melhor pra fazer (o que prova que não sou assim tão nerd), deixei para ver com o suporte da GVT na segunda a causa do problema.

Na segunda-feira não pude fazer nada, pois caiu um aguaceiro sobre Porto Alegre, e acabou faltando luz na minha casa.

Na terça-feira liguei, e o que ouvi foi péssimo: o meu modem (Parks Altavia 670R) é conhecido por ter uma falha de projeto que ocasiona esse tipo de travamento de tempos em tempos. Eu deveria fazer upgrade do firmware do modem, e nisso o suporte da Parks me ajudaria. Lá fiquei eu esperando até quarta na volta da ACM (oportunamente falo das aulas de hidroginástica) para fazer o upgrade do firmware do modem, e descobrir que não era esse o problema.

Pensando bem, não poderia ser esse o problema mesmo, pois até o fim de semana anterior tudo fluía como neve derretida montanha abaixo. Mas o óbvio não saltou aos olhos, e lá fui eu novamente pedir penico para a GVT. O atendente dessa vez me pediu para habilitar o firewall do modem, pois ele já tinha tido sucesso com outros clientes fazendo esse procedimento.

Eu acredito que está tudo certo sempre, o tempo todo. Então, eu tinha mesmo que ligar para a GVT para habilitar o firewall e descobrir que o segmento de rede a que eu estava conectado naquele momento estava sendo alvo de um ataque de “portscan”. Mais uma pesquisa no Google sobre o bug do 670, e descobri que o software do roteador tem dificuldade em lidar com uma grande quantidade de requisições UDP. Bingo, era isso! O cara escaneando a rede acabava gerando conexões UDP que disparavam o bug do roteador.

Acabei então habilitando o firewall que a própria GVT oferece aos seus assinantes. Pois o firewall do modem embora não deixasse os pacotes “perigosos” chegarem aos micros, não tinha como impedir que eles trafegassem até o próprio modem, o que comia minha banda e continuava disparando o maldito bug do UDP. E foi realmente muito bom ter feito isso, a conexão estabilizou um bocado, e até a impressão de maior velocidade eu tive.

Mas a conexão continuava caindo, embora demorasse mais. Só podia ser, então, algo na minha rede local, mas o quê?

Resolvi dar uns pings no IP do roteador, e descobri que alguns pacotes se perdiam. Ou seja, meu “Encore 8 Port NWay Switch” havia entregado a rapadura. Para testar desliguei o switch e conectei o modem direto à placa de rede do PC. Naveguei por uns quarenta minutos, acessei o banco, a F2B, li e-mails, fiz tudo que um usuário comum faz, e realmente não houve nenhuma queda de conexão. Só que eu precisava que o notebook também ficasse conectado à Internet, logo manter o PC ligado direto ao modem não seria uma boa opção.

Estava disposto a deixar esse problema para resolver no sábado, quando resolvi acionar o Azureus, e então a surpresa nem tão surpreendente: o modem voltou a travar. O desgraçado não estava mais agüentando o tranco de lidar com o tráfego gerado pelo Bittorrent. As coisas estavam ficando ruças.

Eu já havia tentado no passado fazer o notebook e o PC conversarem por meio do roteador wireless (marca LG, modelo LWG5404R), mas não tive habilidade suficiente para fazer os dois roteadores conversarem. Por esta razão havia desistido de usar o wireless para algo mais fora do estritamente normal, como navegar pela web e conectar pelo MSN. A única solução que me pareceria viável seria se eu pudesse ligar todos os computadores ao roteador wireless, contanto que este recebesse um IP de Internet na porta WAN (e não IP da rede do roteador ADSL). Moleza, dizeis, pois! Bastaria habilitar o ZIPB no roteador ADSL, fazer com que o roteador wireless fosse a única conexão direta àquele outro, e certamente estaria resolvido o problema do IP válido!

Dito e feito! Foi só habilitar o ZIPB, remover completamente o switch, ligar o PC a uma porta LAN no roteador wireless, o notebook pela própria wi-fi, reconfigurar o Samba para que os dois computadores… “Peraí”… Como é mesmo que eu configuro o Samba pela web? Bom, o Gian também é nerd, e àquela hora certamente estava vendo CSI. Liguei pra ele pra perguntar qual era a porta do Swat, e ele respondeu: “cara, não me lembro, mas tem um arquivo /etc/services que te diz isso”. Melhor do que dar a barbada é ensinar como descobri-la! Tudo configurado, era hora de testar.

Parecia um sonho: eu estava novamente navegando, e finalmente o notebook podia acessar os recursos compartilhados no PC sem uma porcaria de um cabo de rede entre eles. Beleza! Agora era só partir para a prova de fogo: o Azureus!

Primeiro, as boas novas: como o Azureus tem suporte a uPnP (Universal Plug’n'Play) ele mesmo “avisou” para o novo roteador de que portas precisava, e estas foram alegremente liberadas e redirecionadas. Mas o DHT continuava não funcionando, e o pior: a conexão estava caindo a cada dez minutos ainda.

Hoje pela manhã liguei para o suporte da Parks disposto a dar um esporro em todo mundo, e o que ouvi foi: “senhor, seu modem precisa ir para assistência, pois o problema com certeza é de hardware”. Só que o desgraçado já foi descontinuado, e pagar para consertar um aparelho obsoleto sem ter a certeza de que tudo funcionaria a contento não era uma opção. Perguntei que modelo o atendente sugeria, caso eu fosse fazer a reposição, e ele me sugeriu um tal de Altavia 614, bem como me deu o telefone de quem poderia fazer a venda.

Liguei, e descobri que eu não queria comprar um 614: o preço dele é mais de R$ 700,00 (isso mesmo, setecentos reais). A menina então me disse que aquele é um modem usado mais em ambientes corporativos, pois ele já sai de fábrica com algumas configurações e recursos que privilegiam VPN. Como eu queria para uso doméstico, ela sugeria na mesma faixa de preço um 3Com com roteador wireless integrado, e o escambau. Ainda assim, sete “pernas” não faziam (nem fazem) parte do meu orçamento. Ela foi recuando nos modelos, até que chegou a um tal de Siemens 4200 que ela me fazia no cartão em seis vezes de R$ 39,00 (já incluída a taxa do motoboy, bem entendido). Muito melhor, mas ainda assim um gasto de R$ 234,00 que não estava previsto.

Passei um dia péssimo, pensando nesse assunto e em outros (como o fato de terem “sumido” misteriosamente os registros de dois dias de trabalho). E ao chegar em casa, depois de ligar uma musiquinha, lembrei novamente do óbvio.

O modem continuava travando porque o bug que despertara estava no software de roteamento. Mesmo que o ZIPB entregue um IP válido à primeira conexão, é o servidor DHCP interno do modem o responsável por isto. Portanto, o roteador continuava funcionando, mesmo que mascarado. Solução para isso: pôr o modem em modo bridged, e fazer o roteador wireless discar.

Mais uma ligação para o suporte da GVT, e alguns passos (que, claro, não memorizei), e meu modem estava pronto para ser “discado” pelo roteador. Configura aqui, configura ali e… pronto! Deu tudo certo!

A essa altura, a primeira coisa que eu queria fazer seria rodar o Azureus. Cinco minutos, e a conexão estável. Dez. Vinte. Uma hora. Até esqueci que estava monitorando a queda de conexão! Agora só faltava experimentar o aMule, e chegar à conclusão que sem fazer port forwarding adequadamente eu jamais conseguiria conectar com um HighID.

Este é o ponto em que o LG se mostra o pior roteador wireless que eu poderia ter comprado: o manual é uma porcaria, e não tem documentação sobre ele na Internet. Nem o Google foi capaz de me ajudar. Mas com um pouco de inferência e ensaio e erro, descobri que os “virtual servers” do desgraçado são regras de port forwarding/mapping. Criei uma regra liberando as portas do aMule, reiniciei o roteador, e quase tive um orgasmo ao ver que estava conectado com HighID, que o Azureus estava com todos os torrents verdinhos, que o DHT estava funcionando feito um reloginho suíço, e que as conexões entrantes estavam sendo todas redirecionadas ao meu PC, como eu queria que fosse.

Dessa saga toda, o saldo foi o seguinte:

- sobrou um switch “la garantia soy yo”;
- sobraram dois cabos de rede que não têm mais o uso de antes;
- minha conexão está melhor, devido ao firewall da GVT, que eu não usava antes;
- o notebook virou portátil realmente, pois agora ele consegue usar os recursos do PC, compartilhados via SAMBA;
- meu roteador wireless ganhou utilidade;
- economizei um monte de grana, por não precisar mais comprar um novo modem;
- aprendi pra caramba com esse episódio todo!

Enfim, foi um parto de porco espinho até identificar todos os problemas que de repente apareceram, e foi muito bom conseguir resolvê-los sem depender de gastar mais dinheiro, usando os recursos que eu sempre tive disponíveis.

Não ser um “usuário comum” de informática até que tem suas vantagens…

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26 Respostas para “O lado bom de ser nerd”

  1. Rafael Slonik on 20 Jan 2006 at 12:00 am

    Realmente é orgásmico arrumar o próprio computador e de quebra aprender muita coisa nova.
    Acho que muita gente já passou por isso. :-)

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  2. ByM on 20 Jan 2006 at 7:46 am

    Descobri que eu não sou nem meio nerd… Mas confesso que é quase palpável o modo com vc descreveu as conquistas durante todod esse processo. Eu por exemplo sou muito leigo ainda em Hardware, mas vc escreveu de uma forma que até eu entendi o que vc estava tentando fazer… :)

    ps, desculpa a ignorança: o que é Azureus? ¬_¬’

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  3. Sidnei on 20 Jan 2006 at 9:42 am

    O bom de se ter amigos é que eles não te deixam dizer adeus. E cá estou eu de volta apenas pra não entender patavinas de pitibiriba do que você escreve.
    Mas sou nerd também, e 120%. Que outro galalau adora gibi, filme de fantasia e falar abobrinhas e chuchus aos 36 anos sem se constranger?
    Um dia, quando eu crescer, serei tão inteligente quanto você, eu prometo.

    Sidnei, de volta! Segura o vômito até eu sair, please.

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  4. [...] Se ser nerd é bom por um lado, ter amigos nerds por outro também é muito bom! [...]

  5. Dário on 12 Mar 2006 at 9:12 am

    Acho que o termo q vc procura é “Geek” ou seja, um Geek é um “meio-nerd”

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  6. Daniel Maier on 15 Mar 2006 at 3:35 am

    afinal vc comprou ou não o SIEMENS 4200, pq eu to com um aqui e estou tendo perda de pacotes quando pingo ele com o BitComet aberto.
    estou tendo quase os mesmos problemas que vc em relação a queda da conexão, mas isso é muito raro até, ainda mais que o modem está para reconectar em caso de desconexão, então é bem rápido.
    vc está usando o Firewall da GVT? Aquele que se coloca no login o “fw”? Ele não bloqueia as portas dos nossos programas? E o firewall dos modems/routers não usamos ou usamos, o que vc acha? Estou usando o meu no nível LOW. Bom acho que eh isso, estou na dúvida se eu faço o DHCP do meu distribuidor wireless distribuir os IPs pra minha rede ou o do meu router. O meu distribuidor wireless eh um AIRPORT EXPRESS e o meu router eh um SIEMENS 4200. Valeu pela atenção!!!

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  7. admin on 15 Mar 2006 at 6:08 am

    Não comprei modem novo, não. Acabei conseguindo dar um fôlego a mais no meu antigo Parks. (gordo aqui só eu, as vacas andam meio magras). Não que 100% dos problemas estejam resolvidos, mas dá para o gasto, e não sei se seria diferente com outro modem.

    Estou usando o firewall da GVT, e ele não bloqueia nada do que eu tenha precisado até hoje. Tudo funciona que é uma beleza, inclusive no aMule eu pego HighID sempre.

    Minha configuração agora está assim: o modem está configurado em bridged mode, entrega o IP de Internet direto para o roteador wireless, que por sua vez é servidor DHCP. Ficou melhor assim, porque posso compartilhar arquivos entre o notebook e o PC (por Samba) com muito mais facilidade; quando eu usava o modem ADSL para fazer o roteamento era um saco porque quem entrasse via wi-fi tinha uma rede, quem entrasse via modem tinha outra.

    O único problema que ainda estou tendo é quando tento baixar meus e-mails para o Palm, via PPP, que o firewall do roteador wireless insiste em achar que é um ataque de DoS, já que quem faz a conexão PPP e o devido NAT é o Linux. Mas essa já é outra estória… :-)

    [Reply]

  8. Daniel Maier on 15 Mar 2006 at 8:03 am

    Hehehe pois é as vacas estão é secas!

    Acabei habilitando aqui tbém o firewall da GVT, não usava antes pois achava que iria bloquear alguma coisa. Mas parece que tá funcionando tudo ok, além do que esses dias eu liguei no suporte da GVT e perguntei quais eram as portas bloqueadas e o atendente me informou, e eu vi que nenhuma era de programas que usamos.

    Esse esquema do Palm aí já não manjo nada, não teria que liberar portas ou fazer regras NAT para o Palm ou para a porta que ele usa?

    Bom aqui eu só não entendo porque quando pingo o router ele ainda continua com alguma perda ora sim ora não, quando estou com o BitComet aberto, talvez ele tenha algum problema com limites de conexões TCP e UDP, tentei pesquisar na net sobre isso mas não achei nada ainda. Vou continuar a busca… :)

    Um grande abraço!

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  9. CassioTC on 02 Apr 2006 at 8:59 pm

    Bom aki eu tenho um 670r com o mesmo problema, só que ele funciona ele só cai quando eu faço a liberação de portas pra eMule e azureus :/, que droga não sei o que fazer, ja atualizei o firmware mas não resolveu, vou tentando aki pra cer o que da, quando resolver porto aki XD

    [Reply]

  10. admin on 02 Apr 2006 at 9:25 pm

    Exatamente esse é o problema do 670R: ele não sabe lidar com muitas requisições TCP e/ou UDP. Quando você abre as portas dos programas P2P é exatamente isso que acontece, uma enxurrada de conexões TCP e UDP (principalmente), que são os peers tentando enviar e receber pacotes para e de sua máquina.

    Se tiver como pôr o modem em bridged o seu problema provavelmente estará resolvido, mas se estiver em rede vai precisar de um outro roteador. Se for apenas uma máquina, vale a pena usar o modo bridged, apesar de ter de usar aquele “discador” podre.

    [Reply]

  11. Daniel Maier on 02 Apr 2006 at 9:30 pm

    Existe algum modem/router que aguente uma enxurrada de conexões TCP e UDP, pq todos que eu vejo no mercado tem esse problema! Como a gente pode verificar esses dados, essa capacidade do modem e de quanto precisamos para uma rede doméstica ficar sussegada, e também no caso de usar o router em bridged, isso acontece tbém com os routers? Eu tenho um router da Apple, o Airport Express (www.apple.com/airportexpress) será que aguenta o tranco?

    [Reply]

  12. Daniel Maier on 02 Apr 2006 at 9:34 pm

    Ah sobre o firewall da GVT eu acabei desabilitando pois ele tava me dificultando em algumas aplicações, como servidor de FTP, entre outras que eu não me lembro… Testei um pouco e vi que sem ele era melhor!

    [Reply]

  13. admin on 02 Apr 2006 at 9:35 pm

    O problema é que adsl modem/routers que agüentam o tranco custam caro pra burro. E os modelos bons e baratos sumiram do mercado (como o 3Com OfficeConnect, e ou SpeedTouch não-lembro-o-modelo, da Alcatel).

    Mas, como eu disse no próprio artigo, meu problema ficou resolvido com o próprio 670R em modo bridged, e o roteador wireless fazendo NAT para minha rede. Como dizem os gringos, “works like a charm”.

    [Reply]

  14. Daniel Maier on 02 Apr 2006 at 9:41 pm

    Putz eu ja usei o SpeedTouch Pro da Alcatel, ele era até que bacana, nunca tive problemas com esse tipo de “desconexões”. Então quer dizer que não é que esse modem aguenta o tranco mas aguenta melhor que os outros disponíveis no mercado?

    Sou meio ignorante mas usando o router em bridged e deixando um outro router assumir a distribuição de IPs e NAT ele não pira com as conexões TCPs e UDPs como o modem? Isso não tem a ver com o router, só com o modem em modo router que é o problema? Poderia me explicar melhor, isso se vc entendeu minha dúvida hehehe. Valeu!

    [Reply]

  15. admin on 02 Apr 2006 at 9:44 pm

    Exatamente. O SpeedTouch Pro foi um dos melhores ADSL routers que o mercado já viu.

    Quanto à sua dúvida, pela minha experiência pessoal foi isso mesmo que aconteceu: o modem ADSL fazendo as vezes de roteador é que não agüenta o tranco.

    Talvez eu tenha dado sorte de meu roteador wireless ser bonzinho pelo menos nesse aspecto (porque no mais acho ele horrível).

    [Reply]

  16. Daniel Maier on 02 Apr 2006 at 9:51 pm

    Na minha cidade (Curitiba) ainda tem o SpeedTouch Pro no mercado, é raro mas ainda encontra! E não é mais caro que os outros não!

    Então é isso aí mesmo, os Routers de verdade, aguentam melhor o número de conexões TCP e UDP do que os modems ADSL então. Acho que o AIRPORT EXPRESS deve aguentar alguma coisa então além do meu modem/router que eh o SIEMENS 4200. Vou fazer alguns testes depois!

    O que é esse esquema no seu site “BOM DEMAIS PARA O IE”, não saquei muito bem o que é. Tipo uma aversão ao IE? Estimulando a galera largar mão dele?

    [Reply]

  17. Daniel Maier on 02 Apr 2006 at 10:21 pm

    cara eu tenho mais uma dúvida em MODO BRIDGED!

    o que eu tenho que fazer com as configurações DHCP do modem quando eu utilizo ele configurado em modo BRIGDED, desativo? deixo em RELAY? AUTO DHCP? Configuro o “range” pra quantas máquinas, 1 só?

    ou quando eu configuro o modem em modo BRIDGED ele automaticamente ignora o DHCP seja ele no estado que for? Já que o computador vai discar pro modem…

    valeu pelas dicas aí, um grande abraço! ;)

    [Reply]

  18. Janio Sarmento on 02 Apr 2006 at 10:28 pm

    Exato: em modo bridged não existe DHCP, porque o modem recebe o IP da operadora de telefonia e o entrega direto para quem está conectado a ele (o PC ou o outro roteador, como é meu caso).

    Que bom quando a gente consegue ser útil, é pra isso que eu blogo, em última análise. :-)

    Quanto ao selo “bom demais para o IE”, é porque nesse lixo que chamam de navegador meu layout fica todo desajeitado, e eu não vou fazer absolutamente nada com relação a isso. Porque o IError é quem é cheio de bugs de renderização (entre outros). Prova disso é que o IE7 está deixando os “desenvolvedores” de cabelo em pé.

    Então fica o selo ali, visível para quem acessa com um navegador decente, como uma forma de protesto bem humorado. E se alguém achar que é ofensivo, não estou nem aí. :p

    [Reply]

  19. Daniel Maier on 02 Apr 2006 at 10:31 pm

    Isso aí, aqui seu layout está perfeito!

    Só os anúncios do Google que atrapalha, mas é pouco!

    Valeu aí pelos esclarecimentos, nos falamos… abraço!

    [Reply]

  20. André Ávila on 06 May 2006 at 2:20 pm

    Sou de Curitiba e tô usando a GVT. Tbém tive mtos problemas c/ pacotes UDP com o modem DLink 500G. Acabei trocando por um da LG(LWG5410DSL), apesar de não ter nada de documentação na web, a conexão tá mto estável e tô conseguindo pegar HighID no AMule.

    [Reply]

  21. Samuca Matos on 18 May 2006 at 2:23 pm

    Olá André.. Estou tendo prblemas pra abrir as portas do LWG5410. Como você fez?

    [Reply]

  22. James on 14 Jun 2006 at 4:10 pm

    Fácil. Vai nas opções Firewall Rules e Firewall Services e especifica as portas que devem ser liberadas, de entrada e saída.

    [Reply]

  23. David on 27 Jun 2006 at 10:22 pm

    Caro Janio,
    Não sou “nerd” como vc, por isso gostaria de seu auxilio.
    tenho um PC WinXP e um Note WinXP, Um modem DSL router e um Wireless Router encore. Se as conexões forem via cabo, fica tudo bem. O problema é quando tento conectar o note via Wi-fi. Ele detecta a rede mas não conecta nada, nem rede nem internet. Eu já imaginava que provavelmente teria que configurar o Wi-fi router e deixar o modem em modo bridge. Como configuro o Router wi-fi? Deixando o modem em modo bridge vou ter que instalar o discador no computador e no Note? Meu sinal de internete e rede estarão abertos para meus “vizinhos”. Agradeço a atenção.

    [Reply]

  24. Janio Sarmento on 28 Jun 2006 at 9:14 am

    Oi, David.

    Vamos por partes. :-)

    Primeiro, quando você configura o modem como bridged para usá-lo com o roteador, os computadores não têm mais que fazer autenticação via “discador”, e sim o roteador wi-fi.

    Simplificando: o roteador wi-fi vai “discar” no seu modem, e fazer NAT do IP de Internet para as estações.

    Para que seus vizinhos não roubem seu acesso à Internet, você deve configurar uma chave WEP para sua rede. Não sei como se faz no Encore, mas não deve ser difícil, haja vista o quão comum é ser necessário configurar isto.

    Ficou mais claro agora? :-)

    Se não, é só perguntar de novo, e tento ser mais didático.

    [Reply]

  25. César on 03 Jun 2008 at 11:50 am

    Este é o caso que mais se parece com o problema que tenho neste momento. Na minha casa tem um modem Parks Altavia 670, um switch e 4 ou 5 computadores, os quais se conectam de forma independente, ou seja, sem esse esquema de ter um servidor e etc etc etc….
    Bem, para tentar não parecer um dinossauro, acabei comprando um roteador Linksys WRT54Ge algumas placas D-Link DWL-G510 para entrar na era Wireless. Instalei tudo de acordo com os manuais, conectei tudo direitinho, mas não tenho acesso à internet.
    Pesquisando no Google, acabei constatando que sei muito menos do que eu pensava que já NÃO sabia.
    Parece que o meu modem está no modo Routing e Bridging (ao mesmo tempo). Alguns dizem que isso é impossível. Eu não digo nada porque nada sei.
    Bem, eu li teu artigo muitas vezes, e a não ser que eu esteja louco com toda esta situação, tu esqueceste de descrever a solução pura e simples.
    Se lembrares de alguma coisa, ficarei muito agradecido, já que não estou gostando nada desse gasto em roteador e placas wireless.
    Um abraço!

    [Reply]

    Janio Sarmento reply on June 3rd, 2008 12:57 pm:

    @César: Leia os comentários, num deles eu descrevi a configuração atual do modem e do roteador.

    [Reply]

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