Nem tudo são flores…
Imagem do Flickr
Às vezes eu esqueço por que assinei determinados fides que estão no meu Google Reader. Hoje lembrei por que eu assino o Caso de Polícia ao ler a crônica Da Turma do Microondas.
Talvez eu viva em alguma sorte de “bolha”, sei lá. Ou talvez eu assista CSI e Law & Order em excesso, e ache que os criminosos não são tão FDPs quanto eles realmente são.
O trecho da crônica que mais me impressionou foi o seguinte.
Os traficantes do Rio, como todos sabem, mantêm um tribunal informal, no qual julgam seus desafetos, e uma das penas (a mais comum) é a morte no microondas. Pega-se o infeliz devidamente amarrado, e o enfia em um buraco, normalmente uma pequena caverna de pedra nas encostas dos morros, joga-se combustível e taca fogo. Uma morte agonizante destinada aos traficantes rivais ou policiais eventualmente seqüestrados durante assaltos.
Puxa, vida! E ainda tem gente dizendo que algo de estranho acontece!
Exceto pela erradicação da peste negra e pelo advento do Google, as diferenças entre o Século XXI e a Idade Média até nem são tão grandes assim.

Agradeço a menção amigo, fico muito contente quando algum blog que não seja voltado para tema policial lembra de nós. Grande abraço!
@Eduardo: blogs bons são pra ser mencionados sempre.
Sim! O mundo vai acabar em breve…
Agradeço Janio!
Fernando, tem aquele ditado “o último a sair que apague a luz”. Quando leio sobre o Rio de Janeiro de antigamente, e fazendo uma comparação com a atualidade, eu penso “o primeiro que chegar que acenda a luz”. Tirando as belezas naturais, não sei como o Rio conseguiu essa fama de “Cidade Maravilhosa”… se o foi um dia, ou não entrou nos livros de história, ou foi pela perspectiva de músicos e poetas…
obs: sou carioca e nunca morei fora do Rio. Mas quero… aqui parece que está num caminho sem volta.