Outro dia, quando falei sobre instalar uma webcam Clone no Linux, já revelei aos meus leitores que estava prestes a trocar de notebook. Meu bom e (nem tão) velho Acer andava viajando na maionese, resetando do nada, prejudicando o meu trabalho.

Pesquisei um bocado de opções, cogitei desde um Positivo até um Sony Vaio, sem desconsiderar a possibilidade de um Asus EEE, e finalmente na quinta-feira concretizei a compra.

Só que não foi de um notebook PC, e sim de um MacBook. Sim, eu sei que estou podendo, principalmente se considerarmos que a maior parte dos notebooks que se vendem hoje no Brasil saem da loja e vão direto para aquele “técnico” camarada que instala Windows pirata.

Comprei um MacBook que não é Pro, mas que ainda assim tem uma configuração de respeito: Intel Dual Core, 2GB de RAM, 250GB de HD, display de 13.3″ e Mac OS Leopard rodando.

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Estou deveras satisfeito com minha compra, e me perguntando duas coisas: primeiro como pude passar tanto tempo sem um Mac, e segundo como pude passar tanto tempo sem um Mac.

Não digo que de repente eu esteja me tornando um “appletard”, mas é certo que já virei fã. Não tem, aliás, como não virar fã de algo que simplesmente é muito bom! Tudo o que os appletards dizem é, pelo que pude constatar até agora, verdade!

Uma das minhas maiores alegrias com o Mac, para além do Mac de per si, é o fato de agora eu poder rodar o Zoundry novamente. Não sem alguma gambiarra, claro, se é que se pode chamar o Parallels de gambiarra. O modo “coherence” dele é uma das coisas mais bacanas que eu já vi, pois permite que as janelas do Windows funcionem sobre a área de trabalho do Mac, de maneira quase transparente. Era só o que faltava, mesmo, eles integrarem as barras de menu e a decoração das janelas, né?

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O screenshot acima, por exemplo, foi feito no Mac, naturalmente, e eu simplesmente arrastei a imagem para a área de edição do Zoundry. Perfeito.

Como nem tudo são flores, o fato de o teclado ter só o que é essencial, ao invés de ter dezenas de teclas extra, me decepcionou um pouco. Demorei mais ou menos 10 minutos até descobrir como se acentuam caracteres no Apple, e nos programas rodando dentro do Parallels as combinações são outras. Mas, quem se importa?

De resto, a experiência do brinquedo novo é ótima, descobrir onde estão as coisas, como se faz isto ou aquilo, enfim, o sabor da novidade.

Se os freetards antes já me desprezavam porque eu gostava do Ubuntu, agora que uso Mac vão fazer o quê? Mandar me matar?

Em tempo: todos os links de comparação de preços neste post foram criados com o Gerador de Links Personalizados JáCotei e com o plugin CrossLinker.

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