Da série de coisas interessantes mas cuja utilidade eu ignoro é a notícia de que agora a NASA dá a qualquer um a oportunidade de enviar seu nome para Marte. Apenas informe seu nome, país e código postal no formulário, e seu nome, junto com muitos outros, será inserido num microchip que será enviado numa sonda que chegará a Marte em 2011.
Não é a primeira vez que a Agência faz isso, mas agora há um diferencial: não tem nenhum captcha no formulário, nem qualquer outro dispositivo para impedir que uma mesma pessoa envie quantos nomes queira. Nem ao menos é feita uma checagem pelo tamanho dos nomes (prato cheio para fazer proselitismo religioso copiando e colando a Bíblia inteira lá — espero não estar dando ideias).
Isso me faz lembrar uma primeira aula de uma certa cadeira na faculdade, há muitos anos.
Éramos uns quinze, no máximo vinte, alunos em aula. Como era o primeiro dia ainda não havia lista de chamada, e o professor pediu que passássemos uma folha e cada um escrevesse o nome. Ao final do circuito havia nomes dos dois lados da folha, entre os quais Maria Joana, artistas em geral, e a minha assinatura favorita: a do Stevie Wonder em braille, que o gênio fez perfurando o papel com a ponta de um clipe aberto.
Mas mestre não o é apenas porque obteve uma certa titulação acadêmica, e o professor após analisar os nomes por uns longos segundos deu uma aula absolutamente brilhante a partir dos aspectos culturais que o chiste coletivo continha.
Se na NASA vão fazer algo parecido eu não sei. Mas sei que aquele professor numa única aula mostrou como funciona um Midas de verdade ao transformar em ouro o que aos olhos de outro não passaria de lixo.
via Mashable


Eu hein… vai que robôs assassinos que se transformam em carros descobrem minha árvore genealógica e por azar eu tenha um avô que descobriu um robô gigante congelado no polo norte no século passado e eles venham atrás de mim… peraí… se for pra ter um camaro bumblebee eu vou mandar sim! NÁU!