10 Oct 2007
Heroes Segunda Temporada
Atenção! Este artigo contem spoilers sobre a segunda temporada de Heroes, até o terceiro episódio! Se você ainda não viu, ou se tem alguma coisa contra este tipo de artigo, pare de ler imediatamente! O aviso está dado!
Enfim, chegamos ao terceiro episódio da segunda temporada de Heroes. Assim como aconteceu comigo na primeira temporada, a segunda está prendendo minha atenção durante cada minuto de cada episódio. Os autores foram mesmo muito felizes na criação da série.
Dos três episódios até agora levados ao ar, o terceiro foi, em minha humilde opinião, o melhor, mas também trouxe algumas decepções que eu espero não sejam um sinal de como será a temporada inteira.
Para começo de conversa, o Sylar já tinha enchido o saco na primeira temporada. No último episódio, quando Hiro enfiou a katana no bucho dele, ficou mais do que claro que o cara não tinha morrido, e de alguma forma tinha sido arrastado para um bueiro nas proximidades do Plaza Kirby. Agora, na terceira temporada, o cara reaparece sem nenhum poder, mas com a mesma pose de vilão, o que foi até uma solução interessante para o seu reaparecimento, embora naquela casinha no meio de uma floresta com a Candice.
Aliás, foi bem providencial que o Sylar tenha arrebentado a canequinha na fuça da Candice, primeiro pra gente poder ver a real aparência dela, e segundo para ficarmos livres de situações extremamente fáceis usando as ilusões criadas por ela.
Falando em vilões, Peter Petrelli como o novo vilão da temporada parece realmente interessante. Foi outro personagem ruim — em minha humilde opinião — que conseguiram dar uma transformada para melhor. E considerando que ele não precisa matar as pessoas para absorver seus poderes, basta ficar por perto, ele vai ser um vilão mais poderoso que o próprio Sylar, já que ele já tem, por exemplo, o poder da invisibilidade absorvido do Claude.
Mas não dá para esquecer que em essência o Peter Petrelli é um banana, só perdendo em chatice para o irmão dele. E quando a Molly Walker falava no Boogie Man (bicho-papão)
E sobre as mortes do Sr. Nakamura e da Angela Petrelli, já que falei em Claude, eu acho que ele, Claude, tem alguma coisa a ver com elas. Ou como alguém explicaria que a Angela tenha sido atacada ontem e não houvesse ninguém além dela na sala de interrogatório?
Bem, talvez não seja mesmo o Claude. Uma das decepções, pra mim, da segunda temporada, é justamente a falta de novos heróis com novos poderes. Mesmo o Takenzo Kensei, em 1671, no Japão Feudal, tem o mesmo poder que todo mundo já tinha visto na Claire. O namoradinho da Claire tem o mesmo poder que seu pai biológico (o pai da Clair, não do namoradinho): voar. Talvez isso se deva ao fato de que para construir o Sylar a cada episódio da primeira temporada ele roubava os poderes de alguém diferente: ora ele roubava superaudição, ora telecinese, ora a radioatividade do cabeludo aquele… Os autores acabaram esgotando muito rápido o repertório de idéias.
Entre os novos personagens, contudo, merece uma menção mais do que especial a aparição dos irmãos mexicanos Maya e Alejandro. Os dois jovens latinos quebraram um pouco aquela hegemonia dos brancos “porque acham que são superiores” e dos negros “que têm que aparecer em qualquer enlatado”. Particularmente, a beleza física de Maya, seu jeito despojado, a imagem de frágil, apesar de seu incontrolável poder — o único novo que se me ocorre agora. E a presença constante de seu irmão, que tem o poder complementar, capaz de trazer de volta a vida àqueles mortos por Maya.
Não demora muito para que eles atravessem a fronteira, e caiam nas mãos da “companhia” ou de quem quer que seja. Aí eu quero ver se ela vai sair dizimando a humanidade ou o quê.
Alguns poderes, retomando o assunto, eu creio que deveriam ser trazidos de volta à série, para dar um tom mais provocativo aos episódios. Por exemplo, o poder de cura do Lindermann, que poderia aparecer em alguém num lugar bem pobre, curando os doentes de males terminais ou crônicos, e levando o ódio à indústria farmacêutica; ou então restaurando a fertilidade em solos depauperados, promovendo a agricultura e ajudando a solucionar o problema da fome (não precisaria mais mandar ninguém para Marklar).
Em resumo: o Tim Kring pode fazer o que bem entender com a série, que Heroes vai continuar sendo a minha preferida. Por mais que eu critique, toda segunda estarei viajando para Nova York só para assistir o episódio por lá (já que não passa por aqui ainda, sabe como é, né).
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Eu acredito que Maya espalhe algum tipo de Vírus que mata as pessoas… E Alejandro além de imune pode absorver o “virus” na área… Sei que pode ser viagem na maionese, mas sera que o tal bicho papão não modificou o poder dela e espalhou por aí, para afetar só os heróis?
Só espero que a oitava pintura não se realize… Eu ficaria muito puto… mas…
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Que nada, daqui a pouco surge outra Candice, e nem era o RHG que estava morto com um tiro no meio do olho, era uma projeção, ou ilusão, da criatura.
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Olha, não estou tão fascinado quanto na primeira temporada, mas, ainda assim, não perco um episódio sequer. E também estou toda semana lá nos EUA assistindo.
Eu ainda não vi alguém com poderes de ver através de paredes ou outros objetos. Aliás, se vi eu não me lembro. Portanto, temos mais um poder disponível aí.
Foi meio poético a morte da Candice, não? Algo do tipo: seja quem você é. rsrs
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Mário.
Visão Raio X (sou da antiga), poder sobre a água, capacidade de congelar as coisas, elasticidade (à lá homem-elástico), capacidade de comunicação telepática (o Parkman só ouve, é unidirecional), são algumas outras possibilidades.
Tomara que o Tim Kring leia o meu blog!
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Heheheheh.
No início eu pensei que os gêmeos mexicanos seriam uma espécie de “super gêmeos ativar”, ou seja os poderes de ambos só funcionam quando estão juntos.
Será que estes personagens com poderes repetidos não estão relacionados? Talvez o Kensei seja antepassado de Claire (ambos tem os mesmos poderes e são loiros). Passou pela minha cabeça que aquele menino voador possa ser um clone do Nathan, mas isso seria estupidez. Ainda há muito o que explorar antes de partir pra isso.
Sobre Sylar e Peter, concordo com Jânio que são personagens que não deveriam estar vivos, ou mesmo terem existido daquela forma na primeira temporada (eles exauriam rapidamente as possibilidades, pois eram muito poderosos). Mas também gostei das soluções encontradas para eles na segunda temporada. Peter sem memória e Sylar sem poderes ficou bastante interessante.
Agora eu não gostei nem um pouco das atitudes tomadas pela Claire. Elas são totalmente arbritárias, tomadas unicamente em favor do roteiro. Pular de uma plataforma de 3 metros de altura, só pra o namoradinho dela ficar desconfiado? Cortar do dedinho do pé para ver até onde ia a regeneração dela? E se o dedo crescesse devagar ou simplesmente não crescesse? Ela não poderia mais andar descalça pela casa, ou sair de sandálias.
Espero que o sr. Moogles tenha comido aquele dedinho. ahuahuau
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ola alguenn ai sabe quando vao sair os proximos episodios de heroes do 4 en diante??
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“Não demora muito para que eles … caiam nas mãos … de quem quer que seja. Aí eu quero ver se ela vai sair dizimando a humanidade ou o quê.”
Cara, o Tim lê mesmo o seu blog. =)
Cairam na mão de quem vai montar uma “legião do mal”.
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