Okay, o título do post não quer dizer nada, não resume em cinco palavras o que o leitor vai encontrar aqui, mas eu não consegui pensar em nada melhor.
De fato, estes dias eu estava assistindo ao noticiário do meio-dia pela televisão (é raro, mas de vez em quando eu faço isso) e fui surpreendido por um comercial da Porto Seguro, no qual um coroa gordo que parece ser casado com uma balzaquiana pegável diz que resolveu os problemas dos barulhos irritantes do carro instalando um aparelho de som. O detalhe é que ele fica tão empolgado com a aquisição que dança e rebola como se fosse… bem, não sei com o que comparar.
O vídeo que eu vi na tevê é o seguinte.
Quase me mijei de rir, e embora a chance de eu adquirir este produto da Porto Seguro seja mínima (nem carro tenho), é fato que vou lembrar da marca durante muito tempo.
Mas o YouTube pode mesmo ser um site maravilhoso: dois cliques após ter encontrado o vídeo acima, encontrei o “making of”, que mostra que os caras da edição deram uma força pro coroa, pois encurtaram o micro dele um bocado: na filmagem dos bastidores ele dança e rebola durante muito mais tempo do que os segundos que aparecem no comercial finalizado. Deram uma boa economizada na imagem dele.
Só espero que para o tiozão aí acima tenham oferecido um cachê condizente com o tamanho do mico que ele pagou: dia desses me convidaram para participar de um comercial de um banco (precisavam de um cara gordo, de barba e bonito — gosto quando reconhecem minhas virtudes além da minha inteligência), mas o cachê era mais barato do que post pago em blog iniciante, para ficar um dia inteiro à disposição da produtora. Aí não vira, não mesmo!


Pra mim o tio mandou bem pacas :p
Também ri muito na primeira vez que vi, até pela historia, pois já vi algo parecido. Tinha uma janelinha no bar dos meus pais, minha mãe reclamava direto que ela abria com qualquer vento e fazia muito barulho.
Solução do meu pai, travar a portinhola fechada com parafusos. Ficaram brigando uma semana, até que ele foi e deu um jeito de verdade na coisa.
Outra propaganda nova que gostei é uma com mafiosos, vão sendo apresentados 1 a 1 até que:
“Dom, este é Dadinho, da Cidade de Dio”
“Dadinho é o carpaccio! Meu nome é Zé Pequeno, pow”
Ficaria mais legal se fosse o Marlon Brando, mas acho que o estúdio não deixou usar as imagens dele no Poderoso Chefão.
Não saquei nada do comercial, pois nem carro tenho, mas que a “esposa” do gordinho é das mais, mais, com certeza!
Gentil.
A tônica do comercial é que em vez de consertar o problema que causava o nhec-nhec no carro o gordo assanhado instalou um som com potência para abafar a barulheira dos problemas.
Tipo o bêbado aquele, que procurava a chave sob o poste porque estava claro, mesmo sabendo que não a perdera lá.
Realmente ficou muito bom o comercial, mas eles devem mesmo pagar uma mixaria,já que não são famosos.
Abração
Caro Janio!
Pouco importa para nós quanto o ator ganhou.
Pouco importa também se a atriz é “pegável”.
A empresa tinha um objetivo, e este foi alcançado.
O comercial está sendo um sucesso e o riso que a obra provoca, não acontece quando assistimos certos programas da TV, onde pensam que apelando para baixarias estão fazendo humor.
Assistir o comercial, pelo jeito foi pouco pra você.
Talvez você preferisse assistir os atores assinando os respectivos contratos.
A inveja é uma mer…cadoria barata.
Seja Feliz !!!
Caro João.
Acho que teu namorado não está te pegando direito (caso você tenha um, se não é tua namorada, mulher, esposa, sei lá). Em momento algum eu falei mal do comercial, ou achei ruim. Pelo contrário, achei foi ótimo.
Agora, você vir me acusar de invejoso, só pode ser porque daí de onde você vê as coisas não tem mais nada. Às vezes não é o mundo que está fedendo, e sim tuas narinas que estão entupidas de bosta.
Passe bem.
é isso aí Janio,esses coisas vem se achar o máximo!
e o comercial na minha opinião é otimo!
só queria saber qual é a música que o gordo dança!
se passarem para mim…
fico grato!
Eu me cago de rir toda vez que vejo esse comercial! Casting, direção, atuação e edição perfeitos! Aliás, imagino quantos “coroas gordos” devem ter sido testados até escolherem esse, que ficou 1000! E falando da edição, genial a inclusão daqueles pentelhonésimos de segundo com a mulher molhando o cara com a mangueira…