30 Jul 2004

Ano novo, vida nova

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É, eu sei que este título não tem nada a ver, afinal estamos em agosto.

Acontece que não demora muito e o papai aqui vai fazer aniversário, e por tal motivo é que agosto é mês de ano novo pra mim.

Já a vida nova é por conta de algumas modificações que meu trabalho está impondo em minha rotina. Por exemplo, agora não vou mais ter muito espaço para trabalhar com o que mais gosto, que é programação para Web. Isso porque estou trabalhando com automação de tarefas em Windows, exercitando meu VBScript, e tendo de aprender na marra .NET.

Ontem li um Tutorial de C# bem legal, e se não posso dizer que manjo a linguagem, pelo menos já sei que não vai ser nenhum drama migrar para ela, haja vista a semelhança com o Java. Aliás, para quem aprendeu Java sob pressão em três semanas, até que não estou me saindo mal na linguagem da Sun. Talvez um dia eu resolva aprender a criar aplicativos para desktop, e não ficar só no âmbito das servlets.

E na próxima segunda-feira começo um curso de C++! Estou cheio de tesão, louco para começar de uma vez esse curso, pois se por um lado vai ser útili aqui no trabalho (para trabalhar com Active Directory) por outro vai ser excelente para o tópico deste artigo: programar para o Linux. E para o Palm, minha nova paixão. Não desgrudo mais da maquininha, é incrível como um computador realmente pessoal pode se tornar importante na vida de um geek.

Quem me vê passar um mês inteiro sem postar deve imaginar, pelo menos assim espero, que a necessidade que eu tinha de um cliente de e-mail altamente personalizado foi arrefecida pelo Evolution. Não tive sucesso em usar as versões mais recentes, mas estou, felizmente, usando uma versão pra lá de estável (1.5.alguma.coisa) que faz tudo o que eu preciso, e que é um doce de usabilidade.

Para finalizar, mais duas coisas: de vez em quando vou escrever sobre outras asneiras, ou então fazer posts tipo “caderninho de guria”, falando das amenidades que me aconteceram no fim de semana, por exemplo (é isso é mesmo só um exemplo - por enquanto); e assisti, finalmente, Revolution OS. Adorei. Cheguei até a me emocionar com a fala do Stahlmann, no final do filme, quando ele diz que descobriu que a missão da vida dele era lutar para que as pessoas fossem livres usando software livre.

É isso aí.

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