Nov
25
2008
Nessa minha fase de curtir música brega, acabei redescobrindo uma canção muito antiga, de Agostinho dos Santos, cantada pelo fabuloso Trio Irakitan: “Pecado”.
Pesquisei um bocado, mas não consegui achar o ano em que esta canção foi lançada, mas considerando que Agostinho dos Santos faleceu em um desastre aéreo em 1973, e que o auge de sua carreira — ao menos no que tenho registro mental — se deu entre as décadas de 1950 a 1960, imagino que seja deste período esta composição.
A música é deveras bonita, mas para um crente como eu (Religião pra quê?), alguns versos podem soar demasiadamente fortes. Por exemplo: para mim absolutamente nada pode ser mais forte que o respeito ao nome de Deus.
Veja a letra.
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Nov
24
2008
Tive a ventura de crescer em um lar que primava pela leitura. Desde muito cedo meus pais me puseram em contato com toda sorte de literatura, e virava e mexia nossa biblioteca era engordada com enciclopédias e coleções diversas.
Decerto que já naquela época eu apreciava muito os livros de Monteiro Lobato, mas outros clássicos da literatura infanto-juvenil marcaram meus dias, e algumas das narrativas daquela época voltam a fazer sentido agora que os cabelos começam a ficar branco, e eu começo a ficar mais bonito além de gostoso.
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Nov
20
2008
Dia desses vi na tevê, naquele programete do tal de Dr. Phil, a história de uma senhora de 75 anos de idade que, indignada com o péssimo atendimento prestado pela sua operadora de telefonia e tevê a cabo muniu-se do marido, um martelo e arrebentou telefones, teclados, e por pouco não quebrou a cara dos atendentes imbecis. Quando perguntada sobre se ela não pensara nas conseqüências de seus atos ela disse que na idade dela não acreditava mais que pudesse ser mandada para a forca.
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