Pois é, caros leitores, em algum momento eu teria de testar como ficam as galerias do Picasa incorporadas em um post do WordPress. E o momento escolhido foi agora.
Por isso peço desculpas pelo post “nada haver”, como escrevem os miguxos (o certo é nada a ver). Fica de bônus, contudo, a chance de vocês “conhecerem” parte de minha família (mãe e pai, pelo menos).
Comecemos esta estória, que somente eu saberei que se é baseada em fatos, identificando os personagens.
A nossa heroína é a Mulher Paranóia. Assim como a Clair Bennet de Heroes tem o poder de regenerar, curando qualquer ferida de seu corpo instantaneamente, nossa heroína tem o poder de estar sempre desconfiada; se um lampejo de tranqüilidade se faz presente na alma da Mulher Paranóia, imediatamente a inquietação e a desconfiança se regeneram, a ponto de deixá-la quase doida. Quase, é claro, porque o autocontrole intenso é outro de seus superpoderes. Como sói, nossa protagonista tem uma identidade secreta de cidadã comum, uma simples escriturária que trabalha de uniforme o dia inteiro em uma financeira, e discute com os colegas as implicações éticas de revender ou não produtos Herbalife.
Nossa heroína é casada com um também super-herói, cuja identidade secreta é de baterista numa banda de crente gospel. O que ninguém sabe é que ele é um super-herói esquizofrênico: ora ele encarna o Ultra Desmanchaprazer, ora ele encarna o Mega Tonto.
Eu sempre leio o blog do Matt Cutts, aquele cara que é um dos engenheiros do Google, porque vira e mexe ele tem temas interessantes para quem tira o sustento, entre outras coisas, do tráfego obtido pelo buscador que paga o salário dele. O cara sempre fala da Emmy, a gatinha dele, que adora se enfiar em espaços apertados, e para quem ele comprou um objeto que é uma espécie de “caixa para gatos” para ficar sobre a mesa de trabalho.
Já faz tempo que quero falar sobre minha nova gatinha, a Clara (Bem vinda, Clara), mas por considerar, de certa forma, um assunto meio fútil, vou deixando pra lá.
Um editor de vídeo na mão, uma idéia na cabeça, os DVDs com diversas temporadas da sua série favorita e uma conexão com Internet são os ingredientes necessários para fazer um vídeo como esse, que entre outras coisas serve para provar que a maldade (ou malícia) está nos olhos de quem vê.
Usando de cenas de Jornada nas Estrelas o autor do vídeo abaixo deu um novo significado à relação de Spock com o Capitão Kirk.
Por conta de iniciativas coletivas nas quais me encontro inserido, acabei vendo despertar-se em mim o interesse por artes marciais antigas, notadamente por samurais e seus meios de vida. No vaivém fui apresentado ao Hagakure (link para o Submarino), e por fim descobri uma coisa que me chamou bastante a atenção.
Observe a imagem abaixo.
Ela é o símbolo que eu esperava encontrar na capa do livro, pois acreditava ser ele o identificador único desta obra, que diferente de A Arte da Guerra, de Sun Tzu, não ensina generais a tomar decisões, e sim o Guerreiro a viver cada dia.
Porém, qual não foi minha surpresa ao descobrir que há muitas versões para a capa do livro!
É impressão minha, ou o símbolo da edição americana (que é o mesmo usado na capa da edição brasileira) é o mesmo usado para “ameaça biológica”? Onde foi que eu me perdi?