Recebi um e-mail do meu amigo Plínio com um link para um vídeo no YouTube, onde um coroa mostra nas páginas da “sagrada” uma profecia que diz que o mundo vai terminar no dia 12 de setembro de 2006 (OK, ele não diz exatamente isso, ele diz que vai começar a guerra nuclear).
E pensar que eu sempre pedi a Deus que o mundo terminasse num domingo, pra eu não precisar ir trabalhar e só curtir o espetáculo!
Já tive mais o hábito de acompanhar as estatísticas de leitura do blog, para ver quais entradas eram mais populares, mas de um tempo pra cá tenho negligenciado um pouco isso. Porém, não é preciso ser nenhum expert em nada para saber que os artigos sobre a Sibutramina e sobre os safados sem vergonha são os que mais atraem audiência.
Sobre este último artigo, então, é lindo de ver como o gado vem mesmo em defesa do seu algoz. E são tão bonzinhos que chegam a me oferecer até mesmo a salvação, a despeito do quão abominável eu seja.
No dia 21 de agosto o Mauro Castro do Taxitramas (sem trackback porque aquele lixo do Blogger brasileiro não tem nenhuma ferramenta, nem feeds) escreveu uma crônica sobre seu processo de criação. No final de semana passado, pouco depois de ter assistido com meu irmão o filmeOs Narradores de Javé, o assunto veio à tona em minha cabeça, e resolvi escrever um pouquinho sobre ele.
Uma das funções da arte é emocionar, disso ninguém discorda.
Dia desses eu estava conversando com meu amigo Sidnei e após ele me recomendar um filme começamos a falar de músicas que emocionam. Citamos várias, principalmente de artistas pop dos anos 80.
Eis que fuçando no YouTube hoje encontrei um clipe de uma música que sempre me emociona, talvez mais pela interpretação do cara do que por qualquer outro aspecto.
Antes que você aperte o “play” devo avisar que talvez você não tenha um gosto musical tão eclético quanto o meu (desculpe a sinceridade, mas não estou nem aí).
Estava esperando a hora do Fudêncio e Seus Amigos, assistindo o “Neo”, programa do VH1 que apresenta música nova, e assisti um dos clipes mais bonitos a que já tive acesso nos últimos tempos.
Como em tempos de YouTube é facílimo compartilhar vídeos, deixo que os caros leitores tirem suas próprias conclusões.